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Para Djokovic, protocolos do US Open são impossíveis
06/06/2020 às 11h46

Jogadores só poderiam levar um integrante da equipe para os treinos

Foto: Arquivo

Belgrado (Sérvia) - Tão logo saíram novas informações a respeito do rígido protocolo de segurança a ser adotado pelo US Open, Novak Djokovic foi perguntado sobre a série de determinações. Para o número 1 do mundo e presidente do Conselho dos Jogadores, algumas medidas foram consideradas "extremas" e "impossíveis" de serem colocadas em prática.

Uma das medidas para reduzir o número de pessoas no complexo exige que os jogadores sejam acompanhados por apenas um integrante da equipe. A escolha, na maioria dos casos, seria pelo treinador, enquanto fisioterapeutas, preparadores físicos e demais profissionais ficariam em hotéis.

"Tive uma conversa por telefone na quinta-feira com os dirigentes de diferentes organizações do tênis sobre o US Open e até agora não há nada claro", disse Djokovic à rede de televisão sérvia Prva. O Grand Slam nova-iorquino está previsto para começar em 31 de agosto, mas terá seu futuro definido já neste mês de junho.

"As medidas a que teremos que nos submeter são extremas. Eles nos pedem para ir com apenas uma pessoa ao torneio, algo que me parece impossível. Precisamos de um treinador, de um preparador físico e de um fisioterapeuta", avaliou o experiente jogador de 33 anos, que tem três título na competição.

"Não teríamos acesso a Manhattan. Teríamos que dormir nos hotéis do aeroporto para sermos testados duas ou três vezes por semana", comentou o sérvio. "Todas as sugestões são realmente rigorosas, mas posso entender que, por razões financeiras e devido a contratos já existentes, os organizadores querem que o evento seja mantido. Vamos ver o que acontece".

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Suzana Silva