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Italiano: 'Federer é ídolo, mas Djoko impressionou'
28/05/2020 às 11h47

Carrara (Itália) - Uma das promessas do tênis italiano, o jovem Lorenzo Musetti poderia esperar muito de 2020, uma vez que teve alguns resultados interessantes no começo da temporada. Ele bateu na trave no Australian Open, caiu na última rodada do quali e por pouco não jogou sua primeira chave principal de Grand Slam. Semanas depois, o tenista de 18 anos passou pelo classificatório de Dubai e disputou seu primeiro ATP.

“Foi o torneio mais bonito da minha vida. Pude enfrentar um dos jogadores em melhor forma no momento, mas não tive muitas chances. Pelo menos consegui fazê-lo suar e acabei recebendo um elogio no final”, contou o italiano em entrevista ao Ubitennis, lembrando o duelo com Andrey Rublev na primeira rodada de Dubai. Atual 14 do mundo, o russo largou com tudo no ano e venceu os dois primeiros torneios que disputou (Doha e Adelaide).

Musetti também comentou sobre a oportunidade que teve em Melbourne de treinar com caras como o suíço Roger Federer, o sérvio Novak Djokovic e o russo Daniil Medvedev. “É difícil julgá-los com base em meia hora, mesmo que eu tenha jogado por uma hora com Djokovic e Medvedev. Com Roger foi um aquecimento, não disputamos nenhum ponto ou exercício específico, mas concordo com os fãs que o consideram o melhor de todos: ele é meu ídolo do tênis”, disse o italiano.

“Contudo, o que mais me impressionou foi Djokovic, que mostrou o quão estável e firme é, sempre devolvendo bem equilibrado. Fiz alguns pontos com ele e foi isso que causou mais impacto em mim. Medvedev, por outro lado, é um jogador muito particular e acho que é um cara muito duro porque joga muito de fundo. Não tem uma velocidade de bola louca, mas é tão sólido e preciso que é muito difícil vencer um ponto contra ele”, finalizou.

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Suzana Silva