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Cornet decide escrever autobiografia e livro de ficção
14/05/2020 às 16h40

Cornet aproveita o período de isolamento para exercitar uma de suas paixões, a escrita

Foto: Arquivo

Cannes (França) - Enquanto as competições oficiais do circuito permanecem suspensas devido à pandemia da Covid-19 e os países europeus vão flexibilizando lentamente as regras de isolamento social, muitos tenistas têm buscado meios alternativos de manter o corpo e a mente ativos. Para a francesa Alizé Corne, a solução foi exercitar uma de suas paixões, a escrita. A jogadora de 30 anos e 59ª do ranking está produzindo sua autobiografia e também começou a escrever um livro de ficção.

"Sempre fui uma grande fã de literatura", disse Cornet durante uma entrevista para o site da Federação Francesa de Tênis. "O trabalho é uma mistura de autobiografia com um diário de viagem. A ideia agora é que seja publicada antes de Roland Garros em setembro", acrescenta a francesa, lembrando que Roland Garros foi adiado para o segundo semestre e acontece entre 20 de setembro e 4 de outubro.

"Estou escrevendo outro livro também. São histórias em um mundo imaginário", contou a vencedora de seis torneios da WTA e ex-número 11 do mundo. "Este eu não tenho intenção de publicar. É apenas por prazer. É o que eu gosto de fazer e me ajuda a passar o tempo", complementou a experiente jogadora, que tem oito vitórias e cinco derrotas neste início de temporada.

Francesa voltou a treinar nesta semana

Todo o circuito está paralisado até 13 de julho e há expectativa para que esse prazo seja prorrogado, já que o tênis está lentamente restabelecido na Europa, com várias restrições de segurança, e ainda não se pode viajar livremente pelo mundo. Diante desse cenário, Cornet falou ao site Essentially Sports sobre suas perspectivas para a sequência da temporada.

"Não faço ideia do que vai acontecer no resto da temporada. Tenho que ser sincera. Acho que ninguém sabe do que está por vir. Claro, todos nós esperamos que alguns torneios aconteçam, especialmente Roland Garros, que é o meu Grand Slam favorito", afirmou a francesa, que retomou a rotina de treinos nesta semana. "Se nós pudermos jogar alguns torneios durante 2020, seria uma vitória. Mas, definitivamente, teremos que nos adaptar".

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Suzana Silva