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Fusão com a ATP não seria uma 'aquisição', diz WTA
08/05/2020 às 14h42

Nova York (EUA) - Diretor executivo da WTA, Steve Simon comentou sobre a possível fusão da entidade que comanda com a ATP, levantada pelo suíço Roger Federer e que ganhou apoio de jogadores e jogadoras. Em entrevista ao New York Times, ele afirmou que essa união faz todo o sentido do mundo, mas destacou que não se deve encarar como uma aquisição.

“Não é uma aquisição, não se trata de um circuito se sobrepondo ao outro. No momento, competimos contra nós mesmos, assim como todas as outras ligas e propriedades de entretenimento. Competimos por fãs, parceiros, patrocínios e até por transmissão. O alinhamento nos permitirá agregar ativos”, observou o chefe da WTA.

Atualmente, os telespectadores precisam de diferentes plataformas de TV paga para assistir a partidas de tênis e uma fusão iria simplificar os contratos de televisão e os acordos de patrocínio. Além disso, uma possível união facilitaria o entendimento dos fãs, uma vez que os circuitos têm um sistema de classificação diferentes e até algumas regras, como a presença do técnico em quadra.

“Não tenho medo da fusão total e nunca tive. Eu certamente seria o primeiro a apoiá-la, porque acho que realmente necessário alinharmos os negócios e os princípios estratégicos. "Obviamente é uma estrada longa e sinuosa para se percorrer, mas acho que faz todo o sentido do mundo”, finalizou Simon.

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Suzana Silva