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WTA tenta espremer ao máximo o seu calendário
31/03/2020 às 10h27

Miami (EUA) - Com torneios cancelados até o começo de junho e ainda com incertezas sobre o retorno, a WTA vem trabalhando duro para tentar diminuir ao máximo o prejuízo para tenistas e promotores dos eventos. Por isso, a entidade pensa em espremer as competições e aumentar o calendário para além do dia 8 de novembro, data prevista para a decisão do WTA Finals de Shenzhen.

Em comunicado à Reuters, a entidade que comanda o circuito feminino falou um pouco sobre a situação atual. “A WTA está constantemente trabalhando para espremer ao máximo o calendário. Estamos considerando estender um pouco e ultrapassar as 44 semanas para permitir o maior número possível de torneios. Assim, o efeito econômico não será tão perceptível e não haverá tantas perdas”, disse.

“Esperamos poder retornar às quadras o mais rápido possível, mas não faremos isso até termos segurança de que nossos jogadores, fãs e toda a equipe dos torneios estarão seguros e não correm o risco de serem infectados pelo coronavírus”, observou a direção da WTA, que também falou sobre o pedido de ajuda das tenistas de menor ranking e mais prejudicadas pela paralisação.

Apesar de reconhecer a necessidade de jogadoras como a georgiana Sofia Shapatava, uma das principais responsáveis por uma petição pedindo ajuda financeira aos tenistas de menor nível, a WTA avisa que dificilmente conseguirá auxiliar as atletas em um momento de perdas econômicas para todos os lados.

“Gostaria que pudéssemos encontrar uma maneira pela qual todos os necessitados pudessem ser recompensados como eles realmente merecem, mas as necessidades são tão grandes que infelizmente a WTA não está em uma posição financeira para poder cuidar disso”, explicou a entidade que comanda o circuito feminino de tênis.

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