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Feliciano não acredita em boicote a Roland Garros
22/03/2020 às 09h50

Diretor do Masters de Madri, López diz que torneio não encontrou datas no calendário de 2020

Foto: Arquivo

Madri (Espanha) - Apesar da data controversa em que Roland Garros pretende realizar a edição 2020, apenas seis dias depois da final do US Open, o espanhol Feliciano López não acredita que haja número expressivo de desistentes no saibro francês.

"Essa mudança de superfície já acontece para nós quando disputamos rodadas da Copa Davis, podendo acontecer a troca em apenas cinco dias", pontuou o experiente espanhol, hoje o recordista de participações consecutivas de Grand Slam.

"E acontecia algo semelhante entre Wimbledon e Roland Garros. Até 2014, eram apenas duas semanas que separavam os dois eventos. Agora, são três", lembra López.

"Vivemos uma situação de emergência. Se ao final de tudo, Roland Garros realmente acontecer em setembro, imagino que a maciça maioria dos tenistas irá participar".

Aos 38 anos, López também é hoje o diretor do Masters de Madri, um dos torneios já cancelados nesta temporada, que deveria ter início no dia 2 de maio. "Infelizmente, não tivemos margem para alteração".

Como não tem acesso à quadra de tênis neste período de quarentena na Espanha, Feliciano faz o que pode para se manter em forma. "Tenho feito muita bicicleta, faço físico com 'medicine balls', corro do jeito que dá e faço videoconferência com meu técnico".

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