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Thiem minimiza busca pelo nº 3 e explica tática
22/02/2020 às 22h04

Thiem explicou que golpes não estavam com potência e por isso resolveu ir mais para o saque e voleio

Foto: Fotojump

Rio de Janeiro (RJ) - Principal estrela do Rio Open, o austríaco Dominic Thiem foi surpreendido nas quartas de final pelo quali italiano Gianluca Mager, em partida que começou na noite de sexta-feira e acabou no começo da tarde de sábado por causa da chuva. Atual número 4 do mundo, ele minimizou a chance perdida de ultrapassar o suíço Roger Federer no ranking.

“Vou ser número 3 de qualquer forma, seja agora ou daqui a algumas semanas. Isso não me deixa mais triste do que a derrota em si e o fato de não ter chegado nas semifinais”, afirmou o austríaco, que também falou sobre a tática usada na volta da partida, quando foi mais para o saque e voleio e abusou dos slices de esquerda. Ele negou estar lesionado e garantiu ser uma opção.

“Tentei mudar as coisas porque senti que estava muito na defesa e ele estava ditando os pontos. Meus golpes não estavam com potência e por isso mudei a tática, resolvi ir mais para o saque e voleio, também usei bastante os slices com o backhand”, afirmou Thiem, que também enalteceu o rival e deu o crétido para Mager.

O austríaco reconheceu as dificuldades de condições no Rio, mas falou que pretende seguir jogando no saibro sul-americano. “Fica difícil jogar na América do Sul quando você vai bem na Austrália porque não há muito tempo de distância, mas gosto de jogar aqui e em Buenos Aires”, disse Thiem, que sentiu ainda o cansaço da campanha no Australian Open.

“Claro que é sempre muito duro depois de um exaustivo Grand Slam. O corpo e a mente têm uma queda, além do mais é uma viagem para um piso e um país totalmente diferentes. Não consegui mostrar meu melhor desde a primeira rodada, tentei melhorar, mas não deu para elevar meu nível nessa semana”, finalizou o austríaco, que viaja no domingo para Los Angeles e depois segue para Indian Wellls.

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