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Após caso de doping, Bia poderá voltar em maio
10/02/2020 às 13h49

Londres (Inglaterra) - Depois de muito mistério e uma longa espera, enfim a paulista Beatriz Haddad Maia teve uma definição sobre sua situação. Suspensa por doping desde o dia 22 julho do ano passado, a atual número 1 do Brasil foi suspensa por  10 meses e poderá voltar a competir a partir do dia 22 de maio, segundo informou um comunicado divulgado pela ITF nesta segunda-feira.

"Foi tomada uma decisão no âmbito do Programa Antidoping do Tênis na qual Beatriz Haddad Maia cometeu uma Violação da Regra nos termos do Artigo 2.1. Essa decisão impôs um período de inelegibilidade de dez meses, com início em 22 de julho de 2019. A ITF aceitou a explicação de Ms. Maia sobre como as substâncias entraram em seu sistema e ela não sofreu nenhuma pena significativa por sua violação", disse o comunicado.

Bia testou positivo para duas substâncias anabolizantes, SARM S-22 e SARM LGD-4033, ambos moduladores seletivos do receptor de androgênio, em uma amostra de urina coletada no torneio de Bol, na Croácia, no dia 4 de junho. A canhota paulista entrou em suspensão preventiva cerca de um mês e meio depois.

Três dias após surgir a notícia do doping da tenista brasileira, a contraprova foi aberta e também deu positivo. Ela foi comunicada do resultado em 12 de julho e teria 10 dias para solicitar sua defesa perante o Júri independente do Programa Antidoping.

Na sequência, a defesa da canhota paulista afirmou que o processo de coleta passou a ser o foco da argumentação, mas não quis dar detalhes sobre o assunto. De acordo com a apuração de TenisBrasil, a ITF não aceitou o argumento e a ideia da defesa passou a ser alegar contaminação cruzada. Desde o começo de dezembro nenhuma novidade foi anunciada.

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Suzana Silva