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Federer pode perder 2 maiores recordes em 2020
06/02/2020 às 17h30
Felipe Priante

Dono de muitas marcas importantes no circuito masculino, o suíço Roger Federer corre o risco de perder dois de seus maiores recordes na atual temporada. O mais comentado deles é o de títulos de Grand Slam, sendo perseguido de perto pelo espanhol Rafael Nadal e também com chances para o sérvio Novak Djokovic, que ameaça também outra marca: a de semanas como número 1 do mundo.

O recorde de título de Slam é aquele que corre mais risco, uma vez que surgem dois concorrentes de peso na briga. Nadal tem 19 conquistas e pode igualar Federer já em Roland Garros, onde triunfou 12 vezes e novamente chega como nome a ser batido no saibro parisiense. Com suas 17 taças, a última delas conquistada no Australian Open deste ano, Djokovic também tem chance de empatar com o suíço.

Para alcançar os 20 títulos de Federer ainda neste ano, o sérvio precisa de um feito raro que é vencer os quatro principais torneios do circuito em um mesmo ano, algo que apenas dois homens conseguiram até então e somente um na Era Aberta: o primeiro deles foi o norte-americano Donald Budge (1938) e o segundo o australiano Rod Laver (1962 e 1969).

Único homem em atividade a conseguir faturar os quatro Slam seguidos sem ser em uma mesma temporada, Djokovic também ameaça o recorde de semanas na liderança. De volta ao número 1 após o título em Melbourne, o sérvio iniciou nesta segunda-feira sua 276ª semana na ponta do ranking e já é o terceiro maior líder da história da ATP.

‘Nole’ tem tudo para ultrapassar o segundo colocado, o norte-americano Pete Sampras, que tem apenas 10 semanas a mais. Se permanecer na dianteira, ele poderá igualar essa marca em 13 de abril. Para deixar também Federer para trás, o sérvio precisa de um pouco mais de tempo como número 1. O suíço soma 310 semanas na liderança, número que seria igualado apenas em 5 de outubro, novamente caso Djokovic siga na ponta até esta data.

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