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Regra do calor extremo pode se estender ao ar ruim
19/01/2020 às 08h38

Situação do ar melhorou nos últimos dias, mas preocupação dos organizadores será constante

Foto: Arquivo

Melbourne (Austrália) - Com o objetivo de preservar a integridade física dos atletas, o Australian Open criou a chamada regra do Calor Extremo, que permite ao árbitro geral interromper a programação. Situação parecida poderá ser adotada em 2020 em função da qualidade do ar, afetado pelos incêndios florestais no país.

O chamado Calor Extremo é determinado quando a temperatura ambiente ultrapassa os 40 graus Celsius e ao mesmo tempo a umidade relativa do ar supera a escala 32.5 da tabela internacional.

O regulamento estabelece que os jogos que estiveram em quadra só podem ser interrompidos com o placar empatado dentro de um set ou após um tiebreak.

O árbitro CraigTiley também tem o direito de decidir se aciona o teto retrátil dos estádios principais, mas isso só poderá ser feito se todas as partidas das quadras externas descobertas estiverem interrompidas.

A qualidade ruim do ar na região de Melbourne está perigosamente fora dos níveis recomendados para a prática esportiva e assim também poderá provocar interrupções ou adiamentos na edição 2020.

Crivados de críticas de tenistas e oficiais da saúde, os organizadores garantem estar monitorando o tempo todo a situação com base nos índices consideráveis saudáveis. A primeira rodada do qualificatório foi suspensa na terça-feira por conta do excesso de poeira.

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