Notícias | Dia a dia
5 nomes que brilharam no Brasil e sumiram
17/12/2019 às 09h27

Iñigo Cervantes (30 anos)

Seu primeiro sucesso no saibro nacional foi o título do Challengers Finals, disputado no Pinheiros. Pouco meses depois, chegou à semifinal do Brasil Open, derrotando o compatriota Marcel Granolles, o esloveno Blaz Rola e o argentino Federico Delbonis até ser eliminado por Pablo Carreño. Alcançou em 2016 seu melhor ranking da carreira, chegando à 56º colocação, mas depois disso encarou uma série de lesões. Em dezembro de 2016, sofreu hérnia de disco, que o fez perder embalo. Em maio de 2018 veio um problema no punho, que o deixou de molho por mais de um ano. Cervantes voltou em julho de 2019, jogou futures e challengers e ocupa atualmente o 650º lugar em simples e 406º nas duplas.

Luca Vanni (34 anos)

Outro que depois de brilhar no Brasil Open não conseguiu mais repetir bons resultados no circuito. Embalado pela semi de 2015, batendo o holandês Thiemo de Bakker, o sérvio Dusan Lajovic e o paulista João 'Feijão' Souza para perder para o uruguaio Pablo Cuevas em sua única final de ATP, Vanni chegou ao top 100 logo após o vice-campeonato e parou por aí. Atual 307 do mundo, em 2019 o italiano se limitou a disputar challengers e futures.

Santiago Giraldo (32 anos)

Eliminado uma rodada antes de Vanni em 2015, também superado por Cuevas, o colombiano venceu o belga Kimmer Coppejans, o argentino Carlo Berlocq e o italiano Fabio Fognini em sua campanha no Brasil Open daquele ano. Ex-top 30, decidiu se aposentar do tênis profissional devido a maus resultados e a problemas físicos no fim de 2017, voltando seis meses depois. Atual 274 do ranking, esteve em challengers neste ano e tentou a sorte em qualis de torneios maiores, furando o classificatório do US Open para cair na primeira rodada.

Martin Alund (33 anos)

O argentino engrossa a lista dos jogadores que tiveram sua melhor temporada justamente quando foram longe no ATP paulistano. Semifinalista em 2013, derrubou o campineiro Ricardo Mello, o francês Jeremy Chardy e o italiano Filippo Volandri até ter a oportunidade de encarar o espanhol Rafael Nadal na semi. Alcançou o melhor ranking naquele ano (84º) e se aposentou em 2016, quando jogava apenas futres.

Filippo Volandri (38 anos)

Mais velho da lista, Volandri chegou às quartas do Brasil Open três vezes e somente em uma conseguiu avançar, ficando com o vice-campeonato de 2012, quando deixou pelo caminho os espanhóis Albert Montañes, Ruben Ramirez-Hidalgo, o argentino David Nalbandian e o paulista Thomaz Bellucci, até perder para o espanhol Nicolas Almagro na decisão. Ex-top 25, o italiano fez em São Paulo sua última de nove finais da carreira, que terminou em 2016 com dois títulos conquistados (St. Poelten 2004 e Palermo 2006). Também protagonizou uma folclórica passagem pelo Brasil Open de 2007, ainda na Costa do Sauípe, quando era 44 do mundo e perdeu para Guga Kuerten, então 1.076, em apenas 47 minutos, levantando suspeitas de ter entregado o jogo.

Comentários
Raquete novo
Mundo Tênis