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'Sei que não consigo agradar a todos', diz Federer
15/12/2019 às 08h50

Basileia (Suíça) - Tenista mais bem pago do último ano segundo lista divulgada pela Forbes em junho, o suíço Roger Federer foi o único de sua modalidade entre os 15 atletas que mais faturaram, com ganhos de US$ 93,4 milhões (US$ 7,4 milhões de premiação e US$ 86 milhões de patrocínios). Questionado por seus muitos compromissos fora da quadra, ele mostrou sua visão do assunto.

“Sei que não consigo agradar a todos”, declarou o tenista da Basileia, que no fim de 2019 fez uma turnê de exibições pela América Latina. “Se eu não tivesse contratos, teria sido porque agi de maneira errada”, afirmou o atual número 3 do mundo, que tem como patrocinadores Barilla, Credit Suisse Group, Mercedes-Benz, Rolex, Uniqlo e Wilson.

“Não quero estar sempre no centro das atenções, principalmente na Suíça, mas o que posso fazer quando a mídia resolve falar de mim? As críticas sempre estarão lá e às vezes é difícil de aceitar, mas ao longo dos anos aprendi a ir além, o mais importante é sempre ser eu mesmo”, acrescentou Federer.

Parte dos milhões faturados pelo suíço vão para sua fundação, que ajuda na educação de crianças carentes, principalmente no continente africano. Em prol disso, ele já tem marcada uma exibição em 2020 com o espanhol Rafael Nadal na África do Sul, em um duelo que promete bater o recorde de público em um jogo de tênis e chegar a 55 mil pessoas.

O recorde pertencia à norte-americana Serena Williams e à belga Kim Clijsters, que em julho de 2010 se enfrentaram no estádio King Baudouin, em Bruxelas, e levaram 35.681 pessoas ao local. Mas neste ano, Federer e o alemão Alexander Zverev superaram tal marca na Cidade do México, jogando para 42.517 espectadores.

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