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Federer já projeta duelo com Djokovic no Finals
09/11/2019 às 11h36

Federer estreia contra Thiem neste domingo e está no mesmo grupo do sérvio

Foto: Arquivo

Londres (Inglaterra) - Embora a estreia de Roger Federer no ATP Finals seja contra Dominic Thiem, a partir das 17h (de Brasília) deste domingo, o suíço já teve que falar sobre a expectativa de enfrentar o rival Novak Djokovic ao longo da semana, ainda pela fase de grupos da competição

O duelo contra Djokovic ainda não tem data definida, mas será ou na terça ou na quinta-feira. Será a primeira vez que eles se encontram desde a final de Wimbledon, em julho, vencida pelo sérvio após 4h57 de disputa. Djokovic lidera o histórico de confrontos contra Federer por 26 a 22, e venceu seis dos últimos sete jogos, com direito a quatro vitórias seguidas.

"O jogo em Wimbledon foi épico. Foi uma partida especial para nós dois. Talvez um pouco mais para ele do que para mim, mas tudo bem. Quando nós jogamos um contra o outro, acho que nossos estilos de jogo combinam muito bem. É ótimo para o público", disse Federer, durante a entrevista coletiva da última sexta-feira. "Sinto que a quadra está bem rápida aqui. Então será interessante. Em uma quadra coberta, você tem que se concentrar mais no seu saque do que nas coisas que seu adversário faz. Estou animado para jogar contra o Novak novamente aqui".

Federer também foi perguntado se o fato de jogar em quadra coberta aumentaria suas chances de vitória contra o sérvio. O suíço acredita que o equilíbrio continua, destacando que Djokovic também tem ótimo retrospecto nessas condições. Nos dez confrontos disputados em quadras cobertas, o sérvio lidera por 6 a 4.

"Ele também joga muito bem em quadra coberta. Portanto, não é como se o histórico dele fosse muito pior que o meu. Eu nem sei se sou eu ou ele quem venceu mais em quadras cobertas. Mas, sinceramente, estou muito empolgado apenas por já poder jogar contra o Novak novamente aqui. Estou feliz por fazer parte do grupo dele", acrescentou o atual número 3 do mundo, que também comentou sobre o fato de ter a maioria da torcida no último encontro. "Agradeço o apoio do público. Se eu tiver, é ótimo. Mas, se não, também entenderia. A torcida de Londres sempre me apoiou muito e eu realmente gosto de jogar na frente deles".

O suíço também justificou sua ausência na edição inaugural da ATP Cup, que será disputada nas primeiras semanas da próxima temporada, como preparação para o Australian Open. "Tivemos que nos inscrever na ATP Cup logo após Wimbledon e sempre foi lógico para mim jogar na primeira semana do ano. A turnê de exibições pela América do Sul ainda não havia sido planejada, mas era algo que eu queria fazer há muito tempo e não conseguia por causa da minha lesão no joelho e dos meus filhos, que ainda eram muito pequenos. Jogar na América do Sul era uma prioridade para mim", comenta Federer, que fará exibições na Argentina, Colômbia, Chile e Equador. Ele também fará um jogo no México.

"Quando percebi que Stan [Wawrinka] também não jogaria a ATP Cup, preferi ficar em casa com a família, pois eles não viajariam para Sydney no início de 2020. Eu também tenho o jogo contra o Rafa na África do Sul em 7 de fevereiro. Demoramos entre dois ou três anos para conseguir marcar essa data. Eu precisava que abrir mão de alguma coisa e decidi que seria a ATP Cup. Eu ficaria muito feliz em jogar, mas não era tão importante quanto o resto das coisas".

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