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Murray prevê jogo duro contra Fognini em Xangai
07/10/2019 às 19h10

Murray tem quatro vitórias e três derrotas contra Fognini no circuito

Foto: Divulgação

Xangai (China) - Depois de vencer sua partida de estreia no Masters 1000 de Xangai, Andy Murray já pensa no próximo compromisso. O ex-número 1 do mundo terá pouco tempo de descanso antes de desafiar o italiano Fabio Fognini, 12º do ranking, já nesta terça-feira. A partida acontece às 6h30 (de Brasília).

"Sempre tive partidas difíceis com ele", disse Murray, que tem quatro vitórias e três derrotas contra Fognini no circuito. "Ele não é um cara fácil de enfrentar, porque é incrivelmente talentoso e se movimenta bem. Às vezes, ele tem altos e baixos nas partidas, mas está jogando muito bem".

Vindo de uma boa campanha até as quartas de final em Pequim, Murray acredita que demorou um pouco para se adaptar às condições do principal torneio da temporada asiática. Até por isso, ele teve algumas dificuldades na partida desta segunda-feira contra o argentino vindo do quali Juan Ignacio Londero.

"Cheguei um pouco tarde de Pequim e não tive tanto tempo de me acostumar, enquanto ele fez algumas partidas no quali", disse Murray após a vitória por 2/6, 6/2 e 6/3 em 2h17 de partida. "A quadra é de longe a mais rápida em que joguei desde que voltei. Eu realmente sofri com isso desde o início. Eu estava sem tempo de bola e me sentia muito lento na quadra, enquanto ele estava ditando todos os pontos".

"Tive que arriscar mais e começar a ser mais agressivo nas devoluções e tirar um pouco do tempo dele. E quando eu fiz isso, eu tive mais sucesso, porque criei mais chances e consegui vencer o jogo", acrescenta o britânico, que terminou o jogo com 24 winners e 21 erros não-forçados.

Murray ganhou 214 posições no ranking divulgado nesta segunda-feira, saltando do 503º para o 289º lugar. Ele vai tentando se recuperar gradualmente após duas cirurgias no quadril. "Acho que a cada semana eu me sinto melhor. No começo, não me sentia necessariamente bem. Mas nas últimas duas semanas eu melhorei muito. Meu movimento geral tem sido muito bom em comparação com o que aconteceu nos Estados Unidos, e espero que seja algo que possa melhorar um pouco".

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