Notícias | Dia a dia
Para Osaka, é nostálgico voltar a treinar com o pai
01/10/2019 às 18h36

Osaka passou por duas trocas de técnico ao longo da atual temporada

Foto: Divulgação

Pequim (China) - Depois de passar por duas trocas de técnico ao longo do ano, Naomi Osaka decidiu voltar às origens. A japonesa tem treinado com o próprio pai, o haitiano Leonard François. A parceria já rendeu um bom resultado, que foi o título do Premier de Osaka há duas semanas.

Atual número 4 do mundo, a japonesa de 21 anos descreve como "nostálgica" a experiência de treinar com o pai. "Eu diria que ele é a pessoa que mais conhece o meu jogo. Ele é o tipo de pessoa que conhece as palavras-chave, boas ou ruins. Ele sempre esteve por perto, mas ele esteve em segundo plano na maior parte do tempo" .

Em fevereiro, logo depois de ter conquistado o Australian Open e chegado à liderança do ranking mundial, Osaka anunciou o fim da vitoriosa parceria com o alemão Sascha Bajin, que durou pouco mais de um ano e levou a dois títulos de Grand Slam e à liderança do ranking. Ela passou a treinar, então, com o norte-americano Jermaine Jenkins, mas o trabalho não rendeu títulos e foi encerrado após o US Open.

Osaka comemorou seu desempenho na partida contra Andrea Petkovic nesta terça-feira, pela segunda rodada Premier Mandatory de Pequim. A japonesa marcou as parciais de 6/2 e 6/0 em apenas 59 minutos de partida, com 21 winners e apenas 11 erros não-forçados diante da alemã, ex-top 10 e atual 82ª do ranking aos 32 anos. Ela agora terá um dia de descanso antes de enfrentar a norte-americana Alison Riske pelas oitavas de final. Lembrando que Riske foi finalista em Wuhan na semana passada.

"Tentei ser a jogadora mais agressiva em quadra, porque sinto que ela queria estar perto da linha de base na maior parte do tempo. Logo de cara, eu senti que eu precisava fazê-la se mexer", avaliou a japonesa, que, apesar da estratégia mais agressiva, teve paciência para construir os pontos nos momentos mais importantes. "Eu também tentei não cometer tantos erros não forçados quando mais importava".

Comentários
Raquete novo
Mundo Tênis