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Roddick volta para dar clínica no US Open
24/08/2019 às 14h00

Roddick com a esposa Brooklyn Decker.

Nova York (EUA) – Faz sete anos que Andy Roddick encerrou a carreira, depois do US Open de 2012. Agora, aos 36 anos, o americano parece ter deixado o esporte para trás na maior parte do tempo. Em 2017, sua esposa, a modelo e atriz Brooklyn Decker, revelou que ele tinha se desfeito da maioria de seus troféus. Roddick disse que encoraja o filho Hank, de 4 anos, e a filha Stevie a seguirem seus próprios caminhos.

“No meu caso, pratiquei muitos esportes. Acho que às vezes o esporte é que te escolhe. Tenho muito cuidado para não impor minhas coisas a eles. Nós, na verdade, não temos coisas de tênis em nossa casa”, contou o campeão do US Open em 2003 ao New York Post. Atualmente, Roddick dedica-se a sua fundação, que atende crianças em Austin, Texas, bem como a parcerias comerciais.

Em Nova York, Roddick vai participar de uma clínica em Flushing Meadows. Isto é o mais perto que ele chega do tênis. Ele também fez uma partida de exibição contra James Blake durante o qualificatório. Dois anos mais novo que Roger Federer, ele não vê uma chance de volta à atividade como jogador. “Quando me aposentei, ainda estava em torno do top 15. Mesmo que tivesse toda a motivação do mundo, não acho que poderia fazer isso do jeito que todos estão jogando hoje.”

A respeito da promessa americana Cori Gauff, de 15 anos, que fez surpreendente campanha em Wimbledon, ele reconhece o “estupendo talento”, mas pede moderação nas expectativas. Ele aponta que uma coisa é fazer bonito longe de casa, na Inglaterra, quando não há nenhuma expectativa envolvida.  "Tomara que não a coloquem para jogar na Arthur Ashe na primeira noite do US Open. Ela vai chegar lá, ela é muito boa, só espero que as pessoas deem a ela tempo e espaço.”

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