Notícias | Dia a dia
Defesa de Bia alega problemas na coleta da amostra
13/08/2019 às 16h00
Felipe Priante

Suspensa preventivamente após testar positivo para duas substâncias anabolizantes, SARM S-22 e SARM LGD-4033, ambos moduladores seletivos do receptor de androgênio, a paulista Beatriz Haddad Maia tentará provar um problema na coleta da amostra de urina coletada no torneio de Bol, na Croácia, no dia 4 de junho.

A defesa da canhota paulista não quis dar detalhes sobre a argumentação, por se tratar de um caso ainda em andamento, mas afirmou que o processo de coleta será seu foco. “Estamos questionando um problema na coleta da urina e a ITF está investigando o caso. Por isso ainda não há um prazo definido para o julgamento”, explicou Bichara Neto, o advogado de Bia.

Por causa de todo este processo de investigação por parte da comissão antidoping da ITF é que o advogado da tenista acha pouco provável que haja julgamento antes do US Open e por isso Bia não deverá disputar o último Grand Slam da temporada, ainda que tenha conseguido se classificar diretamente para a chave principal.

Segundo apurou TenisBrasil, a principal alegação de Bia foi a dificuldade para conseguir providenciar a amostra de urina no teste antidoping em Bol. A paulista de 23 anos não teria conseguido fornecer logo de cara o mínimo de urina necessário para o exame e isso teria criado uma sucessão de quebras no protocolo.

Em sua argumentação, Bia diz que o responsável dos testes em Bol teria autorizado sua saída da sala, ida ao vestiário e volta pouco mais tarde para completar a quantidade de urina requerida. Nesse período, a primeira amostra coletada teria ficado na mão do responsável sem estar lacrada, situação que também não segue o protocolo do exame. A tenista brasileira teria testemunhas do ocorrido.

Comentários
Raquete novo
Mundo Tênis