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Halep diz que próximo objetivo é medalha olímpica
13/08/2019 às 09h18

Halep não esteve no Rio de Janeiro em 2016, por conta do temor que existia na época a respeito do vírus zika

Foto: Arquivo

Cincinnati (EUA) - Dona de dois títulos de Grand Slam, o mais recente deles neste ano em Wimbledon, a romena Simona Halep já traçou suas próximas metas. Atual número 4 do mundo, ela diz estar se sentindo muito bem após a conquista na grama do All England Club e espera conseguir levar o bom momento para o US Open.

Além de buscar sua melhor campanha da carreira em Nova York, a romena também mira a liderança do ranking, só que sua prioridade para o futuro é buscar uma medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020. “Quero vencer mais títulos de Slam, brigar pelo número 1 no fim do ano. Mas o meu principal objetivo agora são os Jogos Olímpicos e quero ganhar uma medalha lá”, avisou.

Halep disputa nessa semana o Premier de Cincinnati, onde espera fazer bonito. “Tenho uma pequena lesão, mas estou bem e positiva. Minha primeira partida será dura, mas vou estrear apenas na quarta-feira e darei o meu melhor”, comentou a romena, que também já tem a disputa do último Grand Slam da temporada em mente, esperando conseguir superar a semi do ano passado,

“O US Open tem uma grande diferença em relação aos demais Grand Slam por causa da torcida e da atmosfera. Lá se preza mais pelo entretenimento e como sou mais tranquila não é fácil de se adaptar. Espero poder melhorar as semifinais que fiz no ano passado”, disse Halep, que garante estar bastante confiante.

“Tem sido um sonho desde que ganhei o torneio, me sito positiva e segura em quadra, como se estivesse em meu mais alto nível, mas está claro que preciso seguir trabalhando, venci Wimbledon, mas toda segunda-feira começa tudo do zero”, observou a segunda tenista que mais somou pontos em 2019, atrás apenas da australiana Ashleigh Barty.

Halep também explicou como o título de Roland Garros acabou ajudando na conquista em Wimbledon. “Após vencer em Paris, senti que sumiu aquela pressão negativa que estava acumulada para que eu vencesse meu primeiro Slam. Os seis primeiros meses deste ano foram mais tranquilos e foquei mais em melhorar o meu jogo do que nos resultados. Isso me ajudou muito e quando cheguei em Wimbledon estava me sentindo bem como nunca antes na grama”, finalizou.

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