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López alega inocência em investigação policial
19/06/2019 às 13h43

Londres (Inglaterra) - Depois de ver seu nome aparecer em investigação da polícia espanhola, revelada na última terça-feira pelo El Confidencial, o espanhol Feliciano López se defendeu da acusação de manipulação de resultados e garantiu que não tem nada a ver com a organização criminosa liderada pelos ex-jogadores de futebol Raúl Bravo e Carlos Aranda.

“A imprensa mencionou meu nome e o de Marc López nestes últimos dias, nos relacionando a uma rede de manipulação de resultados. Infelizmente, nós tenistas profissionais somos figuras públicas e estamos expostos que se utilizem nosso nome descontroladamente”, declarou o espanhol de 37 anos, que nesta quarta-feira superou sua estreia no ATP 500 do Queen’s.

“Por essa razão decidi convocar essa entrevista coletiva para me defender dessas acusações, que obviamente são falsas. Marc e eu nos colocamos em contato imediato com a Unidade de Integridade no Tênis (TIU) para cooperar com o que for preciso. Disseram que não estavam nos investigando e que confiam plenamente em nós dois”, acrescentou Feliciano.

O espanhol reforçou defender o papel da TIU de proteger o esporte. “Sempre acreditei nos valores do jogo limpo e foi assim em toda a minha carreira esportiva, sempre defendendo essa causa. Agora só me resta tentar esquecer disso e me focar no torneio, para assim poder fazer um bom papel aqui em Queen’s”, completou López, que na próxima rodada desafiará o argentino Juan Martin del Potro.

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