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Próxima do nº 1, Osaka quer ser mais consistente
23/01/2019 às 15h07

Osaka foi semifinalista em cinco dos últimos seis torneios que disputou

Foto: Ben Solomon/Tennis Australia

Melbourne (Austrália) - Atual campeã do US Open e semifinalista na Austrália, Naomi Osaka quer ser uma jogadora cada vez mais consistente e uma das consequências pode ser o ranking. Atual quarta colocada, a japonesa de 21 anos pode até sair de Melbourne como número 1 do mundo após o primeiro Grand Slam da temporada.

"Estou tentando chegar longe nos torneios de forma mais consistente. Isso é algo que eu trabalhado muito e acho que consegui fazer isso", disse Osaka, que desde o título em Nova York, foi finalista em Tóquio e chegou às semis em Pequim, Brisbane e no Australian Open e só foi mal no WTA Finals, em Cingapura, onde caiu na fase de grupos.

"Ainda não estou realmente satisfeita. Estou feliz por estar aqui, mas ao mesmo tempo, quero continuar no torneio. Há mais jogos para ganhar", acrescenta a japonesa, que enfrentará Karolina Pliskova na semifinal em Melbourne. Se vencer, terá Petra Kvitova ou a 35ª do mundo Danielle Collins na final do Grand Slam australiano.

Osaka é uma das três jogadoras que ainda podem assumir a liderança do ranking após o Australian Open. Mas enquanto Kvitova e Pliskova precisam obrigatoriamente do título, a japonesa pode chegar ao número 1 até mesmo se for derrotada na semi, mas ver Collins levantar o troféu na Austrália.

Vinda de um boa vitória por 6/4 e 6/1 sobre Elina Svitolina, Osaka avaliou seu desempenho. "Jogar contra a Elina é muito difícil, porque aproveita o seu ritmo no jogo. Às vezes eu batia forte na bola e ela devolvia também muito forte, especialmente com o backhand, que ela sempre manda na cruzada. Então eu sentia que precisava ir logo para as paralelas. Acho que isso era o que eu estava fazendo errado no primeiro set e que precisou de uma pequena mudança tática".

A jovem japonesa detém uma incrível marca no circuito. Ela venceu os últimos 57 jogos em que venceu o primeiro set e não leva uma virada desde as quartas de final do WTA de Tianjin, em 2016, quando perdeu para Svetlana Kuznetsova. "Eu não sabia disso. Mas, sinto que quando eu ganho o primeiro set, é mais fácil depois, porque eu sempre aprendo muito no primeiro set de qualquer maneira. Eu posso apenas pegar tudo o que aprendi e tentar terminar mais rápido no segundo set (sorrindo)".

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