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Associação Tênis RJ é nova representante do Rio
15/01/2019 às 20h21

Presidentes Mauro Farias e Rafael Westrupp e os conselheiros da Tênis RJ.

Foto: Divulgação

Rio de Janeiro (RJ) - Na noite da última segunda-feira, 14 de janeiro, foi lançada oficialmente a Associação Tênis RJ. Com sua filiação homologada pela Confederação Brasileira de Tênis em dezembro, a Tênis RJ é agora a representante do estado junto à CBT. E o renascimento do tênis carioca chega fazendo história: pela primeira vez em suas 49 edições, o Banana Bowl, mais tradicional torneio juvenil da América Latina, será disputado no Rio, de 9 a 17 de fevereiro. O lançamento da Tênis RJ, presidida por Mauro Farias, foi na Techset Academy, na Barra da Tijuca.

A Associação Tênis RJ foi fundada em 16 de julho de 2018 com o objetivo de promover e incentivar a prática do tênis. O tênis profissional, social, beach tennis e tênis em cadeira de rodas são as modalidades contempladas. “Nossa grande meta é resgatar o tênis do nosso estado para recolocar o esporte no patamar digno do tamanho da importância do Rio de Janeiro. O legado a ser construído e perpetuado é de um tênis em alto nível no estado de forma permanente”, afirma o presidente  Mauro Farias.

O presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Rafael Westrupp, esteve presente e endossou as palavras de Mauro Farias. “Há nove meses a Federação de Tênis no Rio de Janeiro pediu sua desfiliação da CBT.  Durante esse processo, que tem que cumprir um rito estatutário, algumas pessoas vieram a mim querendo representar o Rio, mas sempre com o objetivo de preservar seus eventos e competições. Era lamentável que o tênis fluminense chegasse à situação tão degradante. E aí, conversando como Mauro, fiquei impressionado com a seriedade e vontade de levar o tênis do Rio de volta a seu lugar. A assembleia da CBT aprovou a filiação por unanimidade. Tenho certeza de que o tênis do Rio vai crescer.”

A assembleia da Confederação, realizada no dia 8 de dezembro, homologou a filiação, fazendo da Tênis RJ a representante oficial do Rio junto à entidade reguladora do esporte no país. “Queremos ter no Rio um calendário de torneios para que possamos revelar valores, estimular a prática do esporte e manter no estado jogadores que acabam tendo que sair por falta de competições. Sendo assim, buscamos o Banana Bowl, que em suas 49 edições nunca esteve em quadras cariocas e chega ao Rio em fevereiro movimentando a garotada, o futuro do nosso esporte. Não poderíamos ter uma estreia melhor”, comemorou o presidente.

A direção da Tênis RJ conta com um time de conselheiros, entre eles Samuel Henriques, que detalhou os planos da Associação. “Hoje é um dia tão simbólico que estamos lançando oficialmente a Tênis RJ e realizando nosso primeiro torneio, um G1, pré-qualificação para o Banana Bowl”, celebrou Samuel. “Os planos para os profissionais incluem dois torneios esse ano, um em maio, com premiação de 10 mil, e outro em agosto, com 15 mil. E como somos ambiciosos, nossa meta é fazer um Transition Tour em 2020.”

Estão previstos ainda um torneio de 4 etapas de Seniors para a criação de um ranking estadual da categoria, além de uma etapa do torneio da ITF em maio. Um Torneio de Classes também está no calendário e a intenção é fazer um G1 e um G2 nos meses de março, maio, junho, agosto e setembro.

Os planos para o beach tennis incluem um ranking único, replicando o que a CBT já faz, e a filiação dos jogadores à Tênis RJ. No tênis de cadeira de rodas, a Associação quer replicar no Rio o projeto “Cadeiras na Quadra”, existente em Niterói. O objetivo é a realização de uma competição estadual que permita ao Rio ter um representante na Copa das Federações. O presidente da CBT anunciou no evento que a Confederação vai doar duas cadeiras de rodas e fazer um curso para capacitar treinadores da modalidade no Rio. “E podemos chegar mais longe. Com o avanço da modalidade, a CBT pode trazer o Mundial de cadeiras de rodas para o Rio”, concluiu Westrup.

Hoje, o Rio de Janeiro conta com bons Centros de Treinamento, onde treinam grandes profissionais e os dois melhores jogadores juvenis do Brasil. “Atraindo jogadores, estimulando competições, contando com um vasto calendário de atividades, com campeonatos e eventos de porte internacional, e tendo transparência na gestão, tenho certeza de que daremos ao esporte a devida visibilidade e crescimento no estado”, conclui Mauro Farias.

 

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