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Djokovic: 'Não esperava terminar o ano como nº 1'
10/11/2018 às 10h42

Djokovic saiu de 22º para a liderança do ranking

Foto: ATP

Londres (Inglaterra) - Grande destaque da temporada, principalmente pelo segundo semestre que fez, o sérvio Novak Djokovic chega ao ATP Finals como principal candidato ao título e com a liderança do ranking garantida independente do resultado final, já que o espanhol Rafael Nadal, único que poderia brigar pelo número 1 em Londres, não estará jogando por causa de uma lesão abdominal.

“Infelizmente, Nadal teve que desistir deste torneio e por isso não haverá uma corrida pela ponta”, constatou o tenista de Belgrado, que se surpreendeu em ter voltado à ponta do ranking já em 2018. “Após a cirurgia no cotovelo em fevereiro, achava bem improvável terminar o ano na liderança, não apenas porque estava na 22ª colocação, mas também pela maneira como me sentia em quadra”, disse o sérvio.

“Depois dos Grand Slam e do ATP Finals, ser número 1 do mundo é o maior desafio do nosso esporte. É o ápice de uma temporada inteira. Estou muito orgulhoso de ter alcançado isso novamente, que é algo ainda mais especial depois de todo o processo pelo qual passei nos últimos oito ou dez meses. Achei que levaria mais tempo do que acabou levando. Os últimos cinco meses foram perfeitos, venci dois Grand Slam”, complementou.

Campeão de Wimbledon e do US Open, ‘Nole’ lembrou ter passado por momentos de muitas incertezas depois da cirurgia, entre elas a idade, uma vez que já passara dos 30. “Uma das principais coisas neste processo foi saber em quem confiar. Segui o que os especialistas me recomendaram, criei um plano de longo prazo e segui nele. Felizmente, a recuperação foi mais rápida do que o esperado”.

O sérvio também destacou a importância do retorno com o treinador Marjan Vajda, grande responsável por sua volta por cima. ”Antes de mais nada, tenho que dizer que Marjan é mais do que um técnico para mim. Ele é um amigo, é da família, alguém com quem eu sempre posso contar. Mesmo que não estivéssemos trabalhando juntos nos últimos 12 meses mantínhamos comunicação”, pontuou o número 1 do mundo.

“Tê-lo ao meu lado novamente foi ótimo. Neste estágio de minha carreira eu precisava voltar ao básico e trabalhar com quem pudesse contribuir para mim”, finalizou Djokovic, que abrirá sua campanha no ATP Finals na segunda-feira às 18h (horário de Brasília) contra o norte-americano John Isner, na última partida da primeira rodada da competição.

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