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Brasileiros tentam recuperar o reinado em Porto Alegre
14/02/2018 às 11h49

Igor Gimenez é uma das esperanças nacionais

Foto: Gabrel Heusi/Divulgação

Porto Alegre (RS) - Restam poucos dias para o início da 35ª edição do Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, também conhecido como Copa Gerdau Disputada nas quadras da Associação Leopoldina Juvenil e da Sogipa, a competição será jogada entre os dias 24 de fevereiro e 4 de março.

O Brasil vem forte no masculino na categoria mundial até 18 anos que tem pontuação Grau A (equivalente a dos Grand Slams) nas quadras da Associação Leopoldina Juvenil. Serão pelo menos oito tenistas na disputa, três deles entre os 16 favoritos na chave que será composta por 64 jogadores.

O país busca retomar a série de títulos. Desde 2007 quando o torneio passou a ter a mais alta graduação para o ranking mundial foram cinco títulos do Brasil em 2008 e 2009 com o pernambucano José Pereira, 2011 com Thiago Monteiro, hoje top 100 mundial e semifinalista do ATP de Quito, no Equador, no último final de semana, 2014 e 2015 com Orlando Luz.

A safra brasileira promete para os próximos anos e nesta edição veremos grandes figuras que devem brilhar no circuito profissional em breve. Campeão nos 16 anos em 2016, Mateus Alves, pupilo do ex-top 100 profissional e vice em 2000, Thiago Alves, estará entre os favoritos. Ele vive seu melhor ranking com a 38ª posição com final em Barranquilla, no Equador, e semi na Costa Rica, e espera reviver seus bons momentos na capital gaúcha na categoria principal.

"Estou indo muito bem nos primeiros torneios na América do Sul. O Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre é o maior evento do país, um dos maiores do mundo, estou bem motivado, tenho boas recordações, fui campeão nos 16 anos, espero jogar meu melhor tênis, fazer o meu melhor e sair com bons resultados", apontou o jogador de São José do Rio Preto (SP).

Outra grande esperança brasileira é Matheus Pucinelli, que fez quartas de final ano passado quando estreou na categoria principal. O número 36 do mundo vai carregar a bandeira nacional em busca de revalidar nossas conquistas.

"Expectativa é boa, estou treinando bastante para jogar meu melhor e chegar bem na competição, é um torneio bem importante, é perto pra nós, é grande, pontuação bem alta, é muito bom pra gente aproveitar ao máximo e disparar no ranking, organização, quadras, vestiários, tudo muito bom e ajuda bastante os jogadores a tirar o máximo no evento. Fiz quartas acho que tem um pouco de pressão, mas me sinto bem por ter conseguido jogar bem ano passado e chego confiante e aproveitar as quadras que me sinto à vontade", apontou o campeão de duplas ano passado.

Igor Gimenez, 51º, alcançou recentemente as oitavas de final no Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, e chega embalado no evento com meta de ir pelo menos até as finais: "Expectativa é fazer um torneio muito bom, será minha última vez jogando esse evento, chegar até uma semi seria um resultado muito bom, é uma meta, a estrutura é muito boa, não deve nada a torneio nenhum, tem tudo a hora que se precisa, os hotéis ficam muito perto do clube, é tudo muito bom. No ano quero ir bem não só aqui, mas nos Slams juvenis e fazer bons resultados no profissional".

Outros fortes nomes do Brasil são João Lucas Reis, 41º, que tenta repetir o feito do conterrâneo de Pernambucano, José Pereira, o brasiliense Gilbert Klier que junto com Pucinelli teve o melhor desempenho nacional com quartas em 2017, o equatoriano que joga pelo Brasil e é radicado em Santa Catarina, Mateo Reyes, Diego Padilha e o mineiro João Ferreira.

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