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Errani diz que doping ocorreu por comida contaminada
07/08/2017 às 16h30

Errani teve contaminação por acidente

Foto: Arquivo

Londres (Inglaterra) - Após os jornais italianos anteciparem, o doping de Sara Errani foi oficializado pela ITF através de comunicado. A entidade revelou que a italiana de 29 anos testou positivo para letrozol, um inibidor da aromatase que está incluído na lista de substâncias proibidas pela Wada (Agência Mundial Antidoping), levando uma suspensão de dois meses.

Uma amostra de urina coletada no dia 16 de fevereiro foi a que deu positivo para letrozol. Errani foi então julgada por um tribunal independente no dia 19 de julho que além de condenar a italiana a uma suspensão de dois meses, contados a partir do dia 3 de agosto, ela também teve seus resultados entre o dia em que teve a amostra coletada e o 7 de junho, perdendo pontos e premiação conquistados.

Em sua defesa, Errani alegou que a droga proibida, que é usada para o tratamento do câncer de mama em mulheres pós-menopáusicas, foi ingerida por acidente por causa da medicação que sua mãe está tomando, já que vem batalhando contra um câncer desde 2005. Ela teria contaminado uma massa preparada que acabou sendo ingerida pela tenista.

"Estou frustrada com o que aconteceu e agora tenho que esperar acabar o período de suspensão. Por outro lado, estou em paz com a consciência tranquila, pois não fiz nada de errado e tampouco fui negligente com o programa antidoping", declarou Errani através de comunicado.

A italiana chegou a usar amostras do seu cabelo com o de sua mãe para comprovar a concentração de letrozol baixa e a ingestão por acidente. Errani consegui escapar de uma pena mais longa, mas o tribunal independente não a deixou passar em branco e a penalizou com um gancho de dois meses mais a perda de pontos e premiação entre 16 de fevereiro e 7 de junho.

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