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Kerber tem dura missão para defender a liderança
01/07/2017 às 10h56

Kerber precisa voltar à final de Wimbledon para não perder a liderança

Foto: Arquivo

Londres (Inglaterra) - Líder do ranking mundial, Angelique Kerber terá uma dura missão para se mater como número 1 do mundo depois de Wimbledon. A alemã de 29 anos é atual vice-campeã do Grand Slam britânico e tem sua posição no ranking ameaçada pela romena Simona Halep e pela tcheca Karolina Pliskova.

Para se manter no topo, Kerber precisará defender os 1300 pontos conquistados no ano passado. Isso porque, caso ela seja eliminada antes da final, a canhota alemã invariavelmente perderá a primeira posição, ocupada por ela ao longo de 34 semanas não consecutivas.

A segunda colocada Halep deixou a liderança escapar em Paris, já que alcançaria a primeira posição se fosse campeã, mas ficou com o vice diante de Jelena Ostapenko. Ela ainda perdeu outra chance na última semana em Eastbourne, onde parou ainda nas quartas.

Por conta da diferença de uma semana no calendário em relação ao ano passado, a romena vai sofrer um desconto de 710 pontos depois de Wimbledon, sendo 430 das quartas obtidas no ano passado em Londres e mais 280 pelo título do WTA de Bucareste. Por isso, ela precisa ao menos chegar à semifinal para ter chances.

Diante desses dois cenários, Pliskova é quem tem mais possibilidades de assumir o topo do ranking. Atual terceira colocada, a tcheca defende apenas 70 pontos em Wimbledon, já que caiu na segunda rodada da edição passada. Com o título conquistado neste sábado em Eastbourne, a atual terceira colocada fica a apenas 180 pontos de se igualar a Kerber e sua distância para Halep é de meros 65 pontos.

Mesmo que perca ainda na estreia, Pliskova ainda pode assumir a liderança, desde que Kerber não volte à final e Halep perca antes da semi. A tcheca foi outra que esteve a uma vitória de chegar à liderança no mês passado, quando perdeu a semifinal de Roland Garros para a própria Halep.

Antes da final de Eastbourne neste sábado, a número 5 do ranking Elina Svitolina e a ex-número 1 e atual sexta colocada Caroline Wozniacki mantinham chances matemáticas de chegar ao topo do ranking depois de Wimbledon. Em ambos os casos, era preciso que uma delas conquistasse o Grand Slam britânico e ainda contasse com uma combinação de resultados. No entanto, a vitória de Pliskova sobre Wozniacki acabou com as chances da dinamarquesa e da ucraniana. 

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