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'Foi a derrota mais doída de longe', revela Bruno
25/02/2017 às 07h44

Bruno lamentou as chances perdidas no match-tiebreak

Foto: Fotojump

Rio de Janeiro (RJ) - Pelo quarto ano seguido o mineiro Bruno Soares conseguiu chegar às semifinais do Rio Open e pelo quarto ano seguido ele acabou parando nesta fase. A última derrota aconteceu nesta sexta-feira, em que ele e o britânico Jamie Murray foram superados pelo uruguaio Pablo Cuevas e o espanhol Pablo Carreño por 2 sets a 1.

Bruno revelou que esta foi a eliminação mais sentida em comparação com as outras três. "Nos outros anos acho que jogamos bem mais ou menos e chegar na semifinal foi lucro. Este ano acho que jogamos bem e fizemos uma boa campanha. Esta ano faltou um ponto para fazer a final e tentar o caneco. Foi a derrota mais doída de longe", afirmou o mineiro. 

"Acho que foi o melhor ano que jogamos aqui, mas infelizmente hoje eles estavam muito firmes e jogaram muito com o primeiro saque e por isso foi difícil para entrarmos nos pontos. No geral foi uma partida muito parelha. Fizemos uma boa campanha, fomos bem nos três jogos e é uma pena não estar na final", acrescentou Bruno.

O mineiro destacou um momento chave para o resultado negativo no match-tiebreak que definiu o jogo. "Se eu fosse falar o que fez a diferença talvez seja aquele 7-6 que eu saque, errei os dois primeiros saques. Mesmo assim conseguimos recuperar e perdemos um match-point". 

Mais uma vez o duplista brasileiro deixou escapar seu descontentamento com a bola do torneio, uma reclamação recorrente mesmo em dias de vitória. "Ela nivela por baixo e deixa o jogo feio, não gosto dela", disparou Bruno, que não estará no Brasil Open na próxima semana e sim no ATP 500 de Acapulco, seu último evento antes dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami.

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