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Soares e Murray treinam no Rio e pensam no título
17/02/2017 às 16h17

Bruno e Jamie jogam juntos pela primeira vez no Brasil

Foto: João Pires/Fotojump

Rio de Janeiro (RJ) - O mineiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray chegaram com antecedência ao Rio de Janeiro para iniciar a adaptação ao piso de saibro do Rio Open. A dupla que terminou a temporada de 2016 como número 1 do mundo e venceu dois Grand Slams (Australian Open e US Open) não joga no saibro desde Roland Garros no ano passado e precisava de um tempo extra para treinar. 

"Fizemos questão de chegar bem antes para treinar e adaptar, porque a última vez que jogamos no saibro foi em Paris e a gente leva um tempinho para adaptar, mas vamos ter mais uns dias para treinar de noite também, por que é diferente de jogar de dia, e acho que vamos estar na ponta dos cascos", falou Bruno.

A rodada do Rio Open que começa às 16h30, já sem o horário de verão, vai favorecer bastante o parceiro de Bruno, Jamie Murray, que não precisará encarar o escaldante sol carioca. "Hoje está pior que ontem, mas por sorte os jogos serão no final da tarde, então está duro só no treino, por que jogaremos em condições diferentes de humidade, sol e calor. Estou feliz em vir e competir na frente dos fãs brasileiros", disse o mineiro. 

"Aproveitamos para treinar ali, até de noite, que é diferente, a bola se comporta de outra maneira, a luz faz diferença, agora é só esperar o público lotar ali. Eu gosto muito da quadra 1, gosto de estádios menores do que maiores. Sensação é mais agradável quando o público está mais perto, tem essa intimidade, de caldeirão mesmo", acrescentou Bruno.

Uma das melhores duplas do mundo e um dos favoritos ao título do Rio Open que contará ainda com mais cinco campeões de Grand Slam, Murray e Soares, depois de um início de temporada sem títulos, querem começar a vencer aqui, no Rio. "Nosso começo foi decepcionante, mas é um longo ano com muitos torneios para jogar e vamos tentar começar a vencer aqui", falou Murray. 

"O Rio Open tem importância não só para o Brasil, mas para o calendário mundial, é um ATP 500, não são muitos ao longo do ano. É uma semana importantíssima e o torneio vem crescendo a cada ano, evoluindo muito. Jogar tênis com vista para o Cristo, não é toda semana que a gente pode. Esse ano trouxeram o Nishikori, um grande cara, fora de série, eu e o Jamie, o Marcelo com o Lukasz, então o carioca estará bem servido mais uma vez", finalizou Bruno.

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Faberg
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