fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
Teliana Pereira Copa Davis" /> fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
Teliana Pereira Copa Davis" lang="pt-BR" xml:lang="pt-BR" /> fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
Teliana Pereira tênis" /> fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
2016/teliana/0811_rio_vibra_int.jpg" /> fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
2016/teliana/0811_rio_vibra_int.jpg" />
Notícias | Dia a dia
Teliana: 'Coloquei muita responsabilidade sobre mim'
22/11/2016 às 08h08
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
2016/teliana/0811_rio_vibra_int.jpg" title="Teliana acredita que a temporada foi de muito aprendizado dentro e fora de quadra" />

Teliana acredita que a temporada foi de muito aprendizado dentro e fora de quadra

Foto: Cristiano Andujar/CBT
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d

por Mário Sérgio Cruz

De volta aos treinos visando o retorno ao top 100, Teliana Pereira falou ao TenisBrasil sobre sua difícil temporada e as perspectivas para o ano seguinte. Depois de conquistar os dois primeiros títulos de WTA em 2015 e de ocupar o 43º lugar no ranking, Teliana apostou em um calendário mais forte e não conseguiu repetir os bons resultados, caindo para a atual 204ª posição.

"Coloquei uma responsabilidade grande em mim mesma e me prejudiquei", disse Teliana que conseguiu apenas cinco vitórias no circuito durante a temporada. A jogadora de 28 anos, entretanto, pontou que este foi um ano de muito aprendizado dentro e fora de quadra.

"Aprendi a ter mais tranquilidade durante os torneios", avaliou a ex-número 1 do Brasil, que já está em período de pré-temporada em Curitiba. "Eu nunca havia ficado tantas partidas sem vencer. Aos poucos, fui entendendo que isso faz parte e não podemos perder o foco", acrescenta. "Todos os tenistas têm altos e baixos".

Teliana esteve na chave principal dos quatro Grand Slam da temporada, repetindo o que já havia feito em 2014, e avançou uma rodada em Roland Garros. Ela também disputou quatro torneios WTA Premier de altíssimo nível em Indian Wells, Miami, Madri e Roma, além de participar dos Jogos Olímpicos pela primeira vez na carreira no Rio de Janeiro. Ela ainda jogou mais doze eventos da WTA e apenas três ITFs.

Após a experiência de disputar os maiores torneios do mundo e de enfrentar jogadoras do quilate de Serena Willians e Ana Ivanovic, a pernambucana estabeleceu metas para voltar a competir em grandes palcos. "Tenho minhas características que me fizeram chegar em um bom nível, mas sei que preciso crescer e melhorar para poder voltar e me manter entre as melhores".

A sua temporada terminou em setembro [após o ITF de US$ 100 mil de Biarritz] e você optou por uma pré-temporada um pouco mais longa, de quase dois meses. Como está sendo a volta aos treinos e qual seu cronograma de trabalho?
Farei uma pré-temporada de dois meses. Vamos trabalhar bastante a parte técnica, tática, física e mental. É importante corrigir os erros e buscar melhorias e aqui em Curitiba tenho toda a estrutura necessária em quadras cobertas, rápidas e de saibro.

Em que aspectos do jogo você está trabalhando na pré-temporada para voltar ao top 100?
Estou trabalhando bastante o saque e fazendo alguns ajustes que acreditamos que farão diferença. Sei que preciso melhorar muita coisa, saque, devolução, ser mais agressiva e movimentação em quadra. Estamos iniciando os treinos já na quadra rápida, onde sei que posso jogar melhor.

Você disse que este foi um ano de muito aprendizado, por conta da convivência e treinos com as melhores jogadoras. O que você mais absorveu jogando praticamente só torneios grandes?
Aprendi a ter mais tranquilidade durante os torneios. Todos os tenistas têm altos e baixos. Eu nunca havia ficado tantas partidas sem vencer. Aos poucos fui entendendo que faz parte e não podemos perder o foco nem abaixar a cabeça. No tênis, principalmente em alto nível, se perde muito mais que se ganha. Sempre escutei que um tenista 20, 30 do mundo, pode ter um ano brilhante e não vencer um torneio durante o ano. Ou seja, perder em todas as semanas mas ter um ano ótimo ano. Com isso que vamos aprendendo e crescendo.

Como foi lidar mentalmente com um período de poucas vitórias e quedas na primeira rodada? Quem mais te ajudou? Além disso, você teve a pressão de defender os dois títulos [em Bogotá e Florianópolis]. Jogar como favorita foi uma sensação nova para você?
Eu não estava preparada para esse momento. Coloquei uma responsabilidade grande em mim mesma e me prejudiquei. Como falei, é normal um período de poucas vitórias. Minha equipe e minha família ajudaram bastante. Fui entendendo que todos passam por isso e o importante é me manter focada, trabalhando com tranquilidade.
Já joguei alguns torneios como favorita e na maioria das vezes me ajudou.

Você jogou duas vezes este ano com a Carla Suárez, fez um bom jogo em Roma, e ano passado jogou com a Sara Errani no Rio. São duas meninas mais baixas, uma tem 1,62m e outra 1,64m, sem tanto peso de bola e que conseguiram chegar até mesmo entre as 10. Você tenta se espelhar em jogadoras como elas, buscar elementos do jogo delas e ver o que elas fazem para tentar incorporar no seu?
São duas jogadoras bem mais baixas que eu. Tenho 1,68m (risos). Eu me espelho nelas sim. Tento tirar alguns pontos positivos que sei que podem me ajudar.

Você também fez jogos com a Serena e a Ivanovic que batem muito forte na bola. Como você tem trabalhado para enfrentar adversárias que jogam assim?
Jogando contra Serena, Ivanovic, Petkovic e outras grandes jogadoras percebi que preciso melhorar em muita coisa. Tenho minhas características que me fizeram chegar em um bom nível mas sei que preciso crescer e melhorar para poder voltar e me manter entre as melhores.

Você já anunciou Hobart e o quali do Australian Open como os primeiros torneios de 2017. Já tem planos para os meses seguintes?
Depois da Austrália vamos para os Estados unidos jogar challengers. A ideia no primeiro semestre é mesclar torneios da WTA e ITF.

Últimas notícias
Comentários
Raquete novo
Mundo Tênis
ProSpin
Loja genérico
ITenis - Chaveiros
Paulistana