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Notícias | Dia a dia | Roland Garros
Tetracampea Henin volta a Paris como tecnica
30/05/2016 às 17h30
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Henin agora treina a ucraniana Elina Svitolina

Foto: Divulgação
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Paris (França) - Tetracampeã em Roland Garros nos anos de 2003, 2005, 2006 e 2007, Justine Henin está de volta a Paris com uma nova função. A belga, que parou de jogar há cinco anos, já esteve no torneio depois como comentarista de tv e agora auxilia a ucraniana Elina Svitolina, adversária de Serena Williams por volta das 7h30 (de Brasília) desta terça-feira.

"É sempre especial e diferente a cada ano", disse Henin, em entrevista ao site de Roland Garros. "Nas vezes em que eu voltei para trabalhar para a TV eram outras experiências. Agora estou aqui para ajudar uma jogadora e também é algo completamente diferente. As memórias voltam e as emoções continuam", comentou a belga que trabalha junto do técnico Iain Hughes.

A presença nesta edição também especial pela companhia da pequena filha Lalie, de três anos. "Quando estou em Roland Garros com a minha menina, eu me sinto muito orgulhosa. Porque este lugar é parte não apenas a minha carreira, mas da minha vida", disse a belga de 33 anos.

"É engraçado porque há poucos dias, ela viu uma foto minha usando roupas de tênis e ela disse: 'Olha mamãe, é Justine Henin na foto' (risos). Ela ainda não faz a conexão, mas ela sabe que eu conquistei muitas coisas, ela sabe que há uma forte ligação entre a mãe e o tênis. Ela já me viu nas fotos, levantando troféus".

Henin era adepta do clássico estilo de jogo com backhand de uma mão, que vem caindo em desuso no circuito, ainda mais entre as mulheres. "Eu sinto falta disso, quando eu assisto tênis feminino. É verdade, essa foi a maneira como joguei, mas existem outros".

"O jogo de Serena é admirável. Tenho muito respeito por ela e estou impressionada que ela ainda tenha motivação para estar aqui", avaliou a respeito da atual número 1, que é um ano mais velha do que ela. "O que lamento é a falta de jogadoras consistentes que poderiam incomodá-la, porque ela tem a capacidade de dominar o tênis por um bom tempo, se ela quiser".

A belga acredita que o nível técnico do circuito aumentou, mas a irregularidade das tops impedem que surja uma nova número 1. "Parece que hoje acontecem mais surpresas. Você pode jogar bem sendo 50 ou 60 no ranking, de modo que o nível médio melhorou", avaliou. "Mas eu sinto falta das rivalidades. A única coisa que traz o tênis para novos níveis é quando você tem regularmente várias jogadoras consistentes".

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