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Notícias | Dia a dia | Rio Open
Cuevas celebra trofeu e não esquece de Nadal
22/02/2016 às 07h15
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Cuevas faturou seu maior título da carreira no Rio Open

Foto: Rio Open/Divulgação
Felipe Priante
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Rio de Janeiro (RJ) - O uruguaio Pablo Cuevas conquistou neste domingo o título do Rio Open, batendo o argentino Guido Pella na final. Mas o que mais o marcou não foi o triunfo na decisão e sim aquele que veio na semifinal, contra o espanhol Rafael Nadal, nove vezes campeão de Roland Garros e principal favorito, que foi lembrado pelo campeão do torneio com muito carinho.

"Estou muito contente de conseguir meu primeiro ATP 500, sobretudo da maneira que consegui, ganhando do melhor jogador de saibro na semi", afirmou o uruguaio. "Na final peguei um cara que vinha de partidas tão difíceis e fico muito feliz por isso. Guido é um jogador muito completo, talentoso e rápido. Sinto que jogamos muito bem e sacamos muito bem durante todo o jogo. Não tenho mais o que boas palavras para ele, que éum bom companheiro", acrescentou.

Assim como Nadal, Cuevas também já sabe o que é vencer em Roland Garros, tendo erguido a taça de duplas em 2008, ao lado do peruano Luis Horna. "São coisas diferentes. Roland Garros não deixa de ser um Grand Slam, mas é compartilhado. Naquele momento nunca imaginava conseguir algo assim, era mais jovem e nunca imaginava um título desses, ainda mais nas dupla",a firmu Cuevas.

"Agora não é mais como se nunca tivesse ganhando outra coisa. Dentro de quadra não é algo que você pare para pensar se é seu maior torneio. Talvez se fosse um Masters 1000 fosse diferente", completou o futuro melhor tenista da América do Sul no ranking. Com o título ele vai superar o paulista Thomaz Bellucci e será o mais bem ranqueado entre os sul-americanos na 27ª colocação.

"Ultimamente os espanhóis estão dominando o circuito de saibro na América o Sul e é legal ter dois jogadores daqui na final. É especial enfrentar sul-americanos", disse Cuevas, que completou uma 'quina' de canhotos na competição, vencendo cinco adversários que jogam com a mão esquerda em sua campanha.

"Eu me surpreendi um pouco quando vi que enfrentaria Pella e que todos seriam canhotos. parecem que não existem tantos canhotos no top 100 e ter que enfrentar só caras assim é algo meio raro. Por um lado foi bom porque não tem que ajustar tantas coisas em relação à tática, eram mais fatores pontuais de um jogador para o outro", comentou Cuevas.

O uruguaio recebeu um grande elogio de Guga Kuerten durante a transmissão de TV, com o ex-número 1 dizendo que seu backhand é um dos melhores do mundo. "É um prazer que um jogador com um tênis e especialmente um revés como o dele fale assim do meu. Fico feliz inclusive de ter recebido o prêmio de suas mãos. Tive o prazer de jogar contra ele no final de sua carreira", encerrou Cuevas.

 

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