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Notícias | Dia a dia | Rio Open
E uma sensacao de liberdade celebra Schiavone
21/02/2016 às 22h20
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Schiavone venceu de virada a final contra Rogers

Foto: Luiz Pires/Fotojump
Felipe Priante
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Rio de Janeiro (RJ) - Depois de quase três anos sem conquistas, a italiana Francesca Schiavone reencontrou o caminho no Rio Open. Neste domingo, ela derrotou a norte-americana Shelby Rogers na final e não se conteve na comemoração. Ainda dentro da quadra, no discurso, ela soltou umas palavras em português para compartilhar com o público sua enorme felicidade e orgulho com o título.

"Estou muito orgulhosa e feliz, passei uma semana completa, com sofrimento e match-point contra. Tive uma grande semifinal e na final venci após estar um set abaixo na fina. Ganhar me três foi muito legal. É uma sensação de liberdade, é como terminar uma obra, um feito de grande trabalho e de coragem", afirmou a italiana, que com a campanha no torneio carioca voltará a figurar no top 100.

O resultado obtido nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro deixam a italiana empolgada para seguir batalhando no circuito. "Parar não é uma palavra que neste momento me interesse. Quando você ganha um torneio é difícil querer deixar, são momentos que de dão mais vontade, entra no seu corpo e na sua mente. Quero aproveitar essa vitória e usá-la para próximas experiências", comentou a italiana.

"Eu vou encerrar minha carreira como tiver que ser. Quando chegar meu tempo vou dizer que é a hora, seja com um troféu ou com uma primeira rodada", complementou Schiavone, que também falou sobre as palavras que falou em português no discurso em quadra.

"Ontem ganhei e resolvi escrever o que estava sentido. Hoje de manhã pedi ajuda para Ana (Carolina, brasileia que faz parte de sua comissão técnica) para dizer o que queria em português e saiu isso de meu coração. Não importava ganhar para mim, e acabou sendo um dia de festa", explicou a atual 132 do mundo.

Schiavone também falou que o título da amiga Flavia Pennetta no US Open serviu de inspiração. "Quando ela ganhou pensei muitas coisa, mas o que mais pensei foi que queria realmente jogar tênis. Para ganhar um Grand Slam e ganhar como hoje, você passa por momentos difíceis e precisa lutar mito. Conversei com as pessoas que em amo e decidi que tenho paixão para seguir".

A comemoração pela conquista deste domingo não vai parar tão cedo. "Vai ter um pouco de mais de champanhe. O restou eu não sei bem. Estou pensando em ir para Florianópolis e passar lá uns dois três dias. Tenho uma família lá que gosta muito de mim. Depois decido se volto para casa, vou fazer tudo bom bastante calma agora", encerrou.

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