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Notícias | Dia a dia | Rio Open
Pennetta espera que evolucao não seja so fisica
16/02/2016 às 21h10
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Pennetta participou de homenagem a Maria Esther

Foto: Rio Open/Divulgação
Felipe Priante
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Rio de Janeiro (RJ) - Campeã do US Open no ano passado, quando surpreendeu o mundo duplamente, não apenas pela conquista do seu primeiro título de Grand Slam, mas também pela aposentadoria anunciada logo após o término da final, a italiana Flavia Pennetta está no Rio acompanhando o namorado Fabio Fognini e aproveitou a passagem pela Cidade Maravilhosa para participar de uma homenagem a Maria Esther Bueno.

Aposentada do circuito desde o final de 2015, Pennetta falou um pouco sobre a conquista em Nova York e revelou o momento em que contou para seus pais que iria parar. Ao lembrar a conversa por telefone, ela se emocionou e quase foi às lágrimas. "Se dependesse do meu pai eu nunca iria parar de jogar, continuaria no circuito até os 80 anos", contou a italiana.

"Já havia tomado minha decisão, foi algo definido antes de ter começado o torneio. Deixar algo que sempre fez em sua vida nunca é tão fácil. Não poderia imaginar terminar minha carreira desta maneira. Não foi um ano maravilhoso e talvez ter definido meu futuro antes tenha me deixado mais leve para jogar meu melhor tênis e assim vencer o US Open", acrescentou.

Pennetta ouviu algumas das histórias de Maria Esther e comparou os diferentes momentos que as duas jogar. "A forma de jogar hoje é muito diferente. Não sei o que deram de comer para a nova geração, que tem uma enorme força. Antes eu gostava mais do tênis, pois tínhamos mais técnica. Agora também todo mundo se cuida muito. Gostaria de ver a evolução do tênis e não apenas da força física", disse a namorada de Fognini.

Sobre os Jogos Olímpicos do Rio, ela disse que soube apenas aqui que a competição seria disputada no piso rápido e mostrou otimismo para o torneio. "Creio que vai ser uma Olimpíada espetacular, estava segura que seria no saibro. Serena (Williams) como sempre é a numero 1 e maior favorita. Tem a Maria também, sinto que as duas são as mais fortes mentalmente, mas não somos máquinas e isso pode mudar", observou.

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