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Notícias | Dia a dia
Mesmo sem valer pontos, Melo prioriza Olimpíadas
26/11/2015 às 17h53
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Melo e Soares jogarão alguns torneios juntos em 2016

Foto: Arquivo
Mário Sérgio Cruz
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São Paulo (SP) - A notícia de que as Olimpíadas de 2016 não oferecerão pontos no ranking da ATP não muda a perpesctiva de Marcelo Melo. O líder do ranking mundial de duplas, que fará sua terceira participação nos Jogos entre 6 a 14 de agosto do ano que vem, mantém as competições no Rio de Janeiro como prioridade máxima.

"Alguns jogadores podem deixar de jogar por causa de pontos, mas no meu ponto de vista é a última coisa que eu pensaria numa disputa de Olimpíadas", disse Melo, durante entrevista em São Paulo. "Ano que vem, será a minha principal competição, especialmente por jogar no Brasil. É uma oportunidade única para qualquer atleta", acrescenta o mineiro de 32 anos.

"Ter 500 pontos a mais ou a menos não vai decidir se eu jogo ou não. Não conversei muito com outros jogadores sobre isso, mas seria pensar muito pequeno não ir para a Olimpíada por causa de ponto", complementou Melo, que ainda destaca o interesse e o empenho de estrelas do circuito de simples em jogar no Rio de Janeiro no ano que vem.

"A cada três ou quatro dias, caras como o Djokovic e o Wawrinka me perguntam sobre as quadras e onde podem ficar. Até para eles é praticamente prioridade máxima. E Para nós é mais ainda", acrescenta o mineiro, que também desacou que "nenhum deles demonstrou preocupação com segurança".
 
"Ainda não tive ainda a oportunidade de conhecer o Centro Olímpico de Tênis, mas todos sabem o tanto que eu tenho viajado", finaliza o mineiro, que a partir da próxima semana jogará na Ásia pela segunda edição da International Premier Tennis League (IPTL) até o dia 21 de dezembro. Já a viagem para a Austrália, onde começará sua próxima temporada, está marcada para 6 de janeiro.

Melo já esteve nos Jogos Olímpicos de Pequim com André Sá em 2008, e também nos de Londres com Bruno Soares, em 2012, quando foram até às quartas de final. Eles irão reeditar a dupla titular do Brasil na Copa Davis, que tem nove vitórias e apenas duas derrotas juntos. Para isso, o mineiro reitera que, apesar de manter a parceria habitual com o croata Ivan Dodig, atuará em alguns torneios ao lado de Soares.

"Eu e o Bruno ainda não decidimos quais torneios vamos jogar juntos, mas acho difícil por enquanto que sejam em Grand Slam ou Masters 1000", disse Melo, que jogou ao lado de Soares por dois anos no circuito da ATP, em 2010 e 2011, e ganhou três títulos. "De repente em um ou dois antes das Olimpíadas, mas temos que conversar para deixar no papel quais vamos jogar", acrescentou o mineiro que tem uma conquista posterior com o amigo (Estocolmo-2012) e jogou com ele este ano no Masters de Miami.

"Sobre a questão de treinos, a gente consegue administrar isso muito bem. No tênis não há essa demanda de jogar tantos torneios seguidos antes das Olimpíadas, ainda mais no caso meu e do Bruno. A gente só precisa de pequenos ajustes de jogo, que podem fazer a diferença na hora. Isso será o mais importante na hora de montar o calendário".

Em 2016, Melo fará sua quarta temporada ao lado de Dodig, parceiro durante a inédita conquista de Roland Garros, primeiro Grand Slam para o tênis brasileiro nas duplas masculinas e com quem esteve no ATP Finals nos três últimos anos. Já Bruno Soares encerra uma vitoriosa parceria de três anos e meio ao lado do austríaco Alexander Peya, com quem venceu 12 de seus 20 títulos de ATP. O mineiro de 33 anos e atual 22º do mundo inicia uma nova dupla com o canhoto britânico Jamie Murray.

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