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Notícias | Dia a dia
'Eu ensinei Federer a ganhar', brinca Hingis
26/11/2015 às 10h10
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Suíça lembrou ano com 3 Slam: 'Roland Garros não dói'

Foto: Arquivo
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Chennai (Índia) - Número 1 do mundo de maneira precoce na década de 1990, Martina Hingis acredita ter tido um importante papel na carreira de um compatriota que viria a se tornar o maior vencedor de Grand Slam. Ainda que de maneira descontraída, a líder da WTA aos 16 anos, em 1997, lembra que o primeiro título de Roger Federer como profissional foi ao seu lado.

A lembrança de Hingis é da Copa Hopman de 2001, competição mista por países, que ganharam juntos. Federer, então com 19 anos, tinha disputado duas decisões no circuito da ATP, com dois vices.

“Você podia ver o talento”, conta a suíça ao Times of India. “Eu digo a ele que fui eu que o ensinei a ganhar títulos. Antes daquilo ele tinha feito algumas finais, mas não ganhou nada. A Copa Hopman foi o primeiro título e ele ganhou alguns depois disso, não é?”.

Federer só voltou a jogar a Copa Hopman no seguinte, ao lado de Miroslava Vavrinec, que viria a se tornar a sua esposa. Agora, Hingis faz campanha para voltar a jogar com o atual número 3 do mundo, mas também tem uma segunda opção para as duplas mistas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

“Como eu sempre disse, gostaria de jogar com Roger. A decisão não está nas minhas mãos, ele tem o seu próprio calendário. Se não acontecer, espero jogar com Stan (Wawrinka). Stan me disse que jogaria comigo se Roger não jogar. Com um ou outro seriam opções muito boas”, afirmou à Tennis Magazine, da França

Grand Slam em um ano - Diante de uma temporada que viu Novak Djokovic e Serena Williams faturando três Grand Slam, Hingis lembrou o ano em que bateu na trave, ainda que não tenha vencido os três primeiros torneios da temporada. Em 1997, ela foi campeã do Australian Open, de Wimbledon e do US Open e ficou com o vice em Roland Garros, diante da croata Iva Majoli.

A duplista número 1 ao lado da indiana Sania Mirza explica que o vice de 1999, contra a alemã Steffi Graf, foi mais doído. “Aquela derrota (de 1997) não dói muito. Se eu tivesse vencido a final de Roland Garros, talvez eu não ficasse tão faminta para conquistar Wimbledon. Quem sabe? (Em 1999) eu tinha passado por uma cirurgia, não sabia se jogaria de novo e estava lá, na final do Aberto francês. Aquela realmente doeu”. Hingis terminou a carreira de simples com cinco títulos de Grand Slam em 12 finais, sem conquistar Roland Garros.

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