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Notícias | Dia a dia
Melo pensa em ser técnico e ajudar transição
25/11/2015 às 15h41
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Mineiro planeja atuar com jovens profissionais

Foto: Marcelo Pereira/Centauro
Mário Sérgio Cruz
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São Paulo (SP) - Líder no ranking mundial de duplas, Marcelo Melo já é uma referência para as novas gerações e planeja passar toda a experiência adquirida no circuito para depois que encerrar a carreira profissional.

O mineiro de 32 anos pensa em seguir os passos de seu irmão, Daniel Melo, e iniciar uma carreira como treinador. O principal foco para o número 1 do mundo é trabalhar na fase de transição de jogadores do circuito juvenil para o profissional

"No futuro eu ainda não sei o tempo que eu vou jogar, mas eu acho importante alguém tomar conta desse caminho de juvenil e ao mesmo tempo ter alguém nesse caminho de transição", disse Melo, durante entrevista em São Paulo. "Vou tentar um planejamento com a Confederação para trabalhar nessa fase intermediária".

"Quando você passa do juvenil para o profissional, é um caminho muito complicado, onde a maioria às vezes perde o caminho", explicou o mineiro. "Pela experiência que eu tenho, eu ajudaria mais nesse lado que com uma criança de 10 ou 12 anos. A minha visão é continuar como treinador nesse ponto que falta no tênis brasileiro".

Melo fez a escolha de priorizar as competições de duplas aos 23 anos acompanha a decisão de um mineiro da nova geração, Pedro Bernardi, de 24 anos em seguir o caminho trilhado pelos três principais brasileiros na modalidade. "Eu sempre recomendo jogar simples e duplas pelo maior tempo possível, mas essa é uma decisão muito particular. Se o Pedro escolheu a dupla, é porque ele deve ter tido um motivo realmente para isso", comentou o número 1 do mundo.

O futuro trabalho com jovens jogadores que iniciam o circuito profissional tem como meta um aumento no número de brasileiros entre os cem melhores. Atualmente apenas Thomaz Bellucci ocupa esta faixa em simples, além de Melo, Bruno Soares, André Sá e Marcelo Demoliner nas duplas.

"Acho que o Brasil peca um pouquinho nessa transição. Quando a gente chega em um Grand Slam, encontramos vários ex-jogadores. Muitos franceses, argentinos e espanhóis", conta o mineiro. "Não dá para comparar com a França que tem trinta jogadores no top 100. A gente tem dois, mas se esses dois ficarem, daqui a dez anos podem ter cinco. Mais cinco anos, vão ter dez. É assim que cresce a quantidade".

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