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Notícias | Dia a dia
Ancic lembra circuito: 'Pensava em jogar até os 35'
11/11/2015 às 10h46
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Ex-número 7 fez semi de Grand Slam aos 20 anos

Foto: Arquivo
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Nova York (EUA) - A história de Mario Ancic no tênis está longe de ser considerada normal para um jogador que colheu ótimos resultados desde o juvenil. Top 100 do ranking mundial aos 18 anos e semifinalista de Grand Slam dois anos mais tarde, o croata teve de abandonar a carreira de tenista aos 26 anos, com mononucleose infecciosa.

A mudança de planos só não foi mais brusca porque Ancic e sua família sempre se preocuparam com a educação e com o que aconteceria depois do tênis. Ele se formou em direito em sua cidade natal, Split, enquanto estava no circuito. Em entrevista ao blog Daquiprafora, o ex-número 1 do mundo juvenil conta que levava livros para os torneios e adiantava provas nas férias do circuito ou quando estava lesionado.

“Depois que terminei o juvenil, tudo estava indo muito bem com relação ao tênis, mas sempre pensei que deveria continuar minha educação. Achava que iria jogar até uns 35 anos, mas nunca quis largar a educação”, lembrou.

Além de ter liderado o ranking juvenil, tendo sido vice-campeão do Australian Open e de Wimbledon em 2000, Ancic teve uma rápida ascensão entre os profissionais. Em sua estreia em Grand Slam, derrotou nada menos que Roger Federer. Na ocasião, o croata ocupava a 154ª posição e o suíço já era 9º do mundo, em Wimbledon-2002. Depois disso, Federer venceu 41 jogos seguidos no Grand Slam britânico e teve revanche contra Ancic em 2006 e 2008, nas quartas de final.

Com 22 anos, o croata de 1,96m chegou à 7ª posição após as quartas em Wimbledon. Fora das quadras, terminou a graduação dois anos depois e aos 25 anos recebeu o diagnóstico que o fez mudar de carreira.

“Tinha 25 anos quando descobri que não poderia jogar competitivamente nunca mais. Minha saúde não permitia que eu permanecesse em quadra na época, nem como treinador. Foi duro aprender que nunca mais conseguiria jogar, ainda era muito jovem, mas tinha que pensar no futuro, mudar as ideias e olhar para qual direção tomar”, afirma.

A direção escolhida foi a pós-graduação na tradicional Universidade de Columbia. O último torneio que Ancic disputou foi com apenas 26 anos, no ATP 250 de Munique, em 2010. Ele ainda voltou a ter contato com o esporte junto à equipe da universidade, mas apenas por diversão. Hoje, comemora ter deixado as portas abertas para outras opções além do tênis.

“É por isso que educação é tão crucial, é ter a oportunidade de olhar para diversas direções. E olhar para outras direções me levou para Columbia. Lá, descobri muitas oportunidades e foi durante esse período que decidi que queria ir para o ramo de bancos de investimento e hoje trabalho no Credit Suisse”, disse Ancic, aos 31 anos.

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