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Notícias | Dia a dia
WTA estuda mudanças no calendário pós-US Open
26/10/2015 às 14h45
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Steve Simon (ao lado de Sharapova) é novo CEO da WTA

Foto: Divulgação
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Cingapura (Cingapura) - Novo CEO da WTA, o americano Steve Simon sinaliza com mudanças no calendário. A ideia do dirigente, em diálogo com as jogadoras, é fazer ajustes na parte final da temporada para que o WTA Finals conte com atletas em suas melhores condições físicas.

"Temos que fazer algumas mudanças fundamentais no calendário", declarou Simon, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, em Cingapura. "Obviamente você comeca a afetar tradições, algo que tem sido assim por muito tempo", acrescentou o dirigente, que substitui a canadense Stacey Allaster, que foi presidente da entidade entre 2006 e 2009, antes de assumir o cargo de CEO, deixando o posto em setembro por motivos pessoais.

"Isso não quer dizer que não existam outras pressões e desafios no calendário, mas o pós-US Open é o mais importante devido à condição das atletas neste momento no ano e a pressão extra para chegar ao Finals. Isso agrava a situação", acrescenta Simon, que está em seu primeiro WTA Finals no cargo máximo da WTA.

Desde o fim do US Open, foram apenas seis semanas de competições até o Finals, sendo que o Premier de Tóquio começou só nove dias depois da final em Nova York. A reta final na corrida para o Finals ainda teve os fortes torneios de Wuhan e Pequim, na China. E até um evento International em Tianjin ficou com três top 10. Já o último torneio classificatório, em Moscou, contou com uma série de desistências, que irritou os organizadores.

"Não há uma liga ou esporte, em que no final do ano os atletas estejam 100%. Acho que isso não existe", comentou o CEO da WTA. "Temos de olhar para a nossa estrutura e para o que podemos fazer para dar às atletas a melhor chance de estarem o mais próximo de 100% no final do ano. Precisamos ter um olhar honesto e aberto a isso", relatou Simon, que era diretor de torneio em Indian Wells desde 2004.

"A boa notícia é que as jogadoras querem estar aqui e lutaram muito por isso durante o ano. Isso é muito positivo", avalia. "Mas elas gostariam de ver algo feito com essa parte do calendário, e não acho que estejam erradas. O desafio é tentar descobrir como fazer", completou o dirigente.

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