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Notícias | Dia a dia
Federer lembra início em casa: 'Rotina é mais fácil'
26/10/2015 às 13h46
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Atual campeão joga pelo hepta na Basileia

Foto: Arquivo
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Basileia (Suíça) - Passados 17 anos desde a primeira aparição no torneio da Basileia, Roger Federer se prepara para a jogar em casa pela 16ª vez. O hexacampeão do ATP 500 suíço lembrou a primeira experiência, quando ainda era o 396º do mundo e foi sorteado contra o norte-americano Andre Agassi, então 8º, em 1998.

“(No começo), vamos dizer que ganhar cinco ou seis games na primeira rodada fosse um bom resultado”, disse o ex-número 1. Na ocasião, Agassi o derrotou por 6/3 e 6/2. “Depois, se você vencesse um set seria ótimo. Então, avançar uma rodada e depois estava defendendo o título. Seria legal fazer isso de novo. Com experiência, estou menos nervoso e ansioso”.

Desde então, Federer não disputou o torneio apenas em 2004-05 e colecionou vitórias depois disso. O jogador de 34 anos alcançou a decisão nas últimas nove edições, tendo levantado o troféu seis vezes. Os vices foram todos em três sets, contra o sérvio Novak Djokovic, em 2009, e o argentino Juna Martin Del Potro, em 2012-13.

O torneio não é especial apenas pelas vitórias, mas por trazer lembranças ainda da infância. Federer também diz que, com o tempo, se acostumou com a pressão e com o ambiente do torneio, sempre cheio de amigos e familiares.

“Eu ainda curto isso mais do que nunca. É verdade que a rotina agora é mais fácil, eu sei como lidar com amigos e familiares por perto. No começo era tanta coisa acontecendo que virava uma loucura, mas de um jeito bom. Eu me lembro de estar sempre muito nervoso em quadra porque queria ir bem aqui. Eu cresci aqui, jogava futebol atrás do estádio, vinha de bicicleta para ser boleiro. Parece que foi ontem. É isso que faz esse torneio ser tão especial”, explicou.

Com o retrospecto de 56-9 na Basileia, o suíço inicia campanha contra o cazaque Mikhail Kukushkin, em jogo que vale a vitória de número 1.050 na carreira. Diante de um cenário diferente de quando começou, Federer vê o circuito mais físico e melhor preparado para a temporada toda.

“Nós fomos uma boa geração. Estivemos no meio da transição de tornar (o tênis) realmente profissional, entendendo que precisávamos mudar nossa vida para (um jogo) mais físico. No final da temporada muitos jogadores desistiam (de torneios), acho que esse não é mais o caso”, comparou.

Sem falar em aposentadoria, o recordista de títulos de Grand Slam espera vivenciar mais mudanças nas próximas temporadas. “Muita coisa aconteceu e agora vai ser interessante ver os próximos dois ou três anos. Acho que bons jogadores estão chegando e vai ser um verdadeiro teste para a nossa geração, para ver como vamos lidar com isso”.

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