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Notícias | Outros
Safin e Henin concorrem ao Hall da Fama de 2016
23/10/2015 às 13h41
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Henin conquistou sete títulos de Grand Slam

Foto: Arquivo
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Newport (EUA) - O russo Marat Safin e a belga Justine Henin, ambos campeões de Grand Slam e ex-números 1 do mundo, estão entre os indicados para ingressar no Hall da Fama em 2016. A votação do Conselho, que inclui jornalistas e ex-jogadores membros do Hall da Fama, acontece nos próximos meses e a cerimônia de premiação está marcada para 16 de julho. 

Safin ocupou a liderança do ranking por nove semanas, entre 2000 e 2001, e figurou no top 5 por 119 semanas. Em 2000, se tornou o primeiro – e único – russo a conquistar o US Open, derrotando o norte-americano Pete Sampras na final. Seu segundo Grand Slam veio cinco anos mais tarde, quando superou batalha de cinco sets com o suíço Roger Federer na semifinal e faturou o Australian Open sobre o local Lleyton Hewitt.

“Fazer parte do Hall da Fama é o sonho de todo atleta. É uma grande honra ter a minha carreira no tênis reconhecida desse jeito”, disse Safin, que deixou o circuito em 2009. O russo de 35 anos conquistou 15 títulos na carreira e somou 422 vitórias e 267 derrotas. Ele também ajudou a Rússia a conquistar a Copa Davis de maneira inédita, em 2002, e voltou a erguer o troféu em 2006.

Henin, de 33 anos, foi número 1 do mundo por 117 semanas e terminou três temporadas na liderança do ranking (2003, 2006-07). Com o ótimo retrospecto de 525-115 na carreira, a belga conquistou sete Grand Slam – foi tetracampeã em Roland Garros, bi no US Open e também triunfou em Melbourne.

“Quem está no Hall da Fama são aqueles que eu admirava quando era garota, durante a minha carreira e até agora. Ser indicada para esse grupo e ter minha carreira reconhecida desse jeito é uma honra e eu agradeço pela indicação”, declarou a dona de 43 títulos no circuito. Henin participou da conquista inédita da Bélgica na Fed Cup, em 2001, e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004.

A terceira indicada para o Hall da Fama de 2016 é a tcheca Helena Sukova, de 50 anos, que teve uma carreira notável nas duplas. Ela liderou o ranking por 68 semanas, completou o Grand Slam e, entre duplas e duplas mistas, levantou 14 troféus desse nos quatro principais torneios do calendário. Em simples, Sukova alcançou a 4ª posição e fez quatro finais de Slam – duas no Australian Open e duas em Nova York. Ela encerrou a carreira com 69 títulos de duplas e 10 de simples.

Os indicados para as homenagens póstumas do Hall da Fama são o francês Yvon Petra e a britânica Margaret Scriven. Petra foi um dos grandes nomes da França nos anos 1940, quando Roland Garros não teve algumas edições em meio à 2ª Guerra Mundial. Ele foi prisioneiro na Alemanha e é o último francês a ter conquistado Wimbledon, em 1946. Scriven tem sua história no tênis marcada por ter sido a primeira canhota campeã de um Grand Slam e a última britânica a defender um título desse nível, na França, em 1933-34. Petra faleceu em 1984 e Scriven em 2001.

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