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Notícias | Dia a dia | Rio Open
Bia Haddad joga muito e ganha segunda em WTA
17/02/2015 às 12h32
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Bia Haddad não teve trabalho com quali argentina

Foto: Divulgação/Agif
Felipe Priante
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Rio de Janeiro (RJ) - O primeiro resultado importante do tênis brasileiro no Rio Open veio com a promissora Bia Haddad Maia. A canhota de 18 anos teve uma atuação impecável e aproveitou o dia ruim da argentina Maria Irigoyen, por fulminantes 6/1 e 6/1, em jogo que teve apenas 49 minutos de duração.

Número 234 do mundo, Bia conquista assim sua segunda vitória em torneios de primeira linha do circuito internacional, repetindo o feito de 2013 no piso sintético de Florianópolis. Ela agora aguarda a adversária, que sairá do duelo de mais tarde entre a eslovena Polona Hercog, 77ª e sétima favorita, e a belga An-Sophie Mestach, 107ª do mundo.

A paulista disse não conhecer Hercog e saber apenas um pouco da belga. “Mestach eu conheço do juvenil, é dois anos mais velha. O negócio é manter a agressividade, a cabeça no lugar e a respiração, quero me impor em todos os pontos, usar o fato de ser canhota e forte para acreditar que posso ganhar de qualquer uma. Também aproveitar a torcida e levar isso para o jogo”, comentou.


Na partida desta terça-feira na quadra principal do Jockey Club Brasileiro, Bia mostrou o tradicional estilo agressivo desde o primeiro game. Conseguiu deslocar a adversária e com isso abriu brechas para definição de pontos.

No segundo set, cada vez mais confiante, Bia já saltou para 2/0. Ainda sofreu uma quebra, mas manteve a cabeça e a tática, voltando a dominar Irigoyen até mesmo nas trocas mais longas de fundo de quadra. Além de Bia, a canhota gaúcha Gabriela Cé também está nas oitavas de final. Ele enfrentará a sueca Johanna Larsson.

“Eu tinha jogado duas vezes com ela e perdi fácil. Vim muito bem preparada e sabia o que ela ia fazer. Consegui impor minha tática e não a deixei que fizesse o que queria Ela gosta de cruzar bolas altas, por isso entei usar as paralelas e fui agressiva. Usei apenas 60% da minha força, pois se jogasse mais que isso poderia ter mandado bolas para fora. A força não foi a principal arma”, avaliou.

O domínio de Bia foi tamanho que ela terminou o confronto tendo vencido 71% dos pontos disputados. A paulista de 18 anos perdeu apenas 20 pontos no jogo todo, sendo sete destes no seu saque. Mesmo assim, ela perdeu o saque uma vez. Só que do outro lado, Irigoyen abusou dos break-points cedidos, teve 11 contra si e em seis destes acabou quebrada.

Quem não teve a mesma sorte de Bia foi a paulista Paula Gonçalves, que também teve duelo sul-americano pela frente, mas acabou eliminada pela paraguaia Veronia Cepede em sets diretos, com parciais de 6/2 e 7/5, em 1h44 de confronto. A quali paraguaia espera agora pela vencedor ado embate entre a tcheca Lucie Hradecka e a italiana Roberta Vinci, terceira pré-classificada.

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