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Notícias | Dia a dia
Brasil terá 13 nomes na arbitragem em Wimbledon
17/06/2014 às 11h38
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Carlos Bernardes é árbitro permanente do circuito

Foto: Arquivo
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Londres (Inglaterra) – O tênis brasileiro terá a sua maior participação na arbitragem em um torneio Grand Slam na edição deste ano de Wimbledon, iniciada nesta segunda-feira com o qualifying. No total, o país tem 13 árbitros selecionados para o torneio em diversas funções, com juízes de linha, de cadeira e também na coordenação.

Com tradição na arbitragem e com um trabalho de formação de árbitros desenvolvido pelo Departamento de Arbitragem da Confederação Brasileira de Tênis, dirigido por Ricardo Reis, o Brasil conta neste ano com o número maior devido aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, dentro do programa da Federação Internacional de Tênis (ITF).

O Brasil conta neste ano com os árbitros Álide Morandini, Aline Rocha, Carlos Bernardes, Fabio Souza, Felipe Munno, Luiz Parada, Marcus Campo, Paula Vieira, Rafael Maia, Rafael Schneider, Taise Soares e Weverton Leão, além de Ricardo Reis. "Isso significa que o nosso país mantém a tradição de formar excelentes árbitros no esporte. O trabalho que vem sendo feito ao longo dos últimos anos, somado à determinação e ao esforço de todos eles, vem fazendo com que possam seguir evoluindo e assim alcançar os níveis mais altos do esporte", afirma Reis.

A maior parte dos árbitros brasileiros selecionados para Wimbledon já vem trabalhando nos torneios anteriores na Europa como Roma, Madri e Roland Garros. No Slam francês, a arbitragem brasileira já teve boa participação, com profissionais bem avaliados. Fabio Souza trabalhou como juiz de linha na final masculina do torneio, entre Rafael Nadal e Novak Djokovic.

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