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Notícias | Dia a dia
Nadal justifica ida a Halle e relembra primeiro Slam
10/06/2014 às 16h01
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Nadal participou do torneio alemão em 2005 e 2012

Foto: Arquivo
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Paris (França) - As comemorações pela conquista de seu nono título em Roland Garros foram curtas para Rafael Nadal. O número 1 do mundo já está em Halle, na Alemanha, para a disputa de seu primeiro torneio na temporada de grama em preparação para Wimbledon. Antes de embarcar para o evento alemão, Nadal concedeu uma entrevista ainda em Paris ao jornal espanhol El País, Nadal justificou a escolha de disputar um torneio tão forte dias depois de vencer um Grand Slam.

“Primeiro, porque eu tenho um compromisso. E quando eu tenho, não gosto de quebrá-los. Em segundo lugar, venho de dois anos ruins em Wimbledon. É verdade que o Toni [Nadal, tio e treinador] diz que era uma questão de atitude. Respeito demais a opinião dele, mas, ao mesmo tempo posso dizer que depois de perder lá em 2012 não fiz a um jogo em sete meses e meio, porque estava lesionado, e em 2013 joguei o ano todo tomando anti-inflamatórios todos os dias com Voltaren ao limite. A grama me exigia um esforço físico e mental que não conseguia segurar ou assumir”, disse Nadal que sofreu duas eliminações precoces no torneio britânico, em 2012 perdeu para o tcheco Lukas Rosol na segunda rodada e no ano passado caiu diante do belga Steve Darcis ainda na estreia.

Aos 28 anos, Nadal é considerado um “jovem veterano” no circuito. Vencedor de títulos de Grand Slam nas últimas dez temporadas, Nadal afirma sentir falta da forma física que apresentava em sua primeira conquista em Paris há nove anos. “Eu gostaria de ter o físico, a energia extra que você tem quando é mais jovem, porque, no final de 2005, eu sentia que poderia correr 10 horas direto. Ao longo dos anos, embora eu geralmente sinto muito bem fisicamente, não sinto tanto essa energia extra”.

Ao conquistar seu nono título em Roland Garros, Nadal igualou a marca de 14 trofeus de Grand Slam do norte-americano Pete Sampras, perguntado sobre suas memórias sobre Sampras, Nadal recorda de tê-lo visto jogar uma vez no estádio e da rivalidade com o também americano Andre Agassi ao longo da década de 1990.  “Quando eu tinha 12 anos, eu o vi jogar ao vivo em Stuttgart... Lembro-me principalmente os seus jogos contra Agassi. Lembro-me de uma final de Aberto dos EUA com um ponto muito longo”, disse o espanhol que agora segue à caça do recorde de 17 Grand Slams do suíço Roger Federer, seu principal rival ao longo da última década. Questionado sobre seu amplo domínio no confronto direto contra o suíço, venceu 23 e só perdeu 10, e se Federer não conseguiria mais encontrar soluções para vencê-lo, Nadal acredita que manter um estilo de jogo acaba prevalecendo sobre qualquer adaptação.

“Há uma procura por soluções, mas tem o seu padrão de jogo. Eu posso jogar agressivo momentaneamente? Claro que posso! Já fiz isso muitas vezes! Mas depois há outros momentos em que a única coisa que posso fazer é repetir o que fiz em toda a minha vida. Ele sente o mesmo. Ele sempre jogou com a inspiração, com bolas diretas. Contra mim, em determinado momento, talvez essa não fosse a solução certa. Não se pode fugir muito do seu padrão de jogo. Nem Federer, nem Djokovic. Ninguém pode fazer mudanças drásticas”.

Nadal confirmou durante a entrevista que se emocionou ao ver Roger Federer conquistar o título de Roland Garros em 2009, ano em que sofreu sua única derrota no torneio diante de Robin Soderling nas oitavas de final. Questionado se aconteceria o mesmo caso visse Djokovic vencendo o torneio francês, Nadal não soube como responder.

“Eu não sei. Ao longo dos anos você vê as coisas um pouco diferentes. Eu não sou uma pessoa muito difícil para chorar. Eu choro com filmes geralmente com vídeos, por vezes, com as coisas que me emocionam no esporte. Eu tenho um bom relacionamento com Federer. Sou daqueles que acreditam que quando você trabalha para uma coisa e merece a coisa lógica vai acabar. Não sei se eu emocionarei com Djokovic. Depende da situação, sentimentos e emoções do momento, como me levar. Isso não pode ser previsto”.

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