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Notícias | Dia a dia
Bellucci foca prevenção de lesões na pré-temporada
20/12/2013 às 07h30
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Bellucci sofreu com lesões no abdome e no ombro

Foto: Cristiano Andujar/CBT
Felipe Priante
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Definitivamente a temporada de 2013 não foi das mais memoráveis para o paulista Thomaz Bellucci. Além de alguns resultados abaixo da média, ele também teve que conviver com um dos piores inimigos dos atletas profissionais: as lesões. Na falta de uma, foram duas, a primeira no abdôme e a segunda no ombro, que o deixaram afastado das quadras por três meses.

Em entrevista exclusiva para o TenisBrasil na Costa do Sauípe, o canhoto de Tietê falou um pouco de como foi o seu ano e quais as principais adversidades que encontrou durante os dois períodos em que esteve parado. No primeiro, quando enfrentou problemas no abdome, ele perdeu boa parte da temporada do saibro, incluído Roland Garros, e só voltou perto do US Open, ficando de fora também de Wimbledon.

A segunda lesão foi no ombro em um momento delicado: pouco tempo depois do retorno e bem no meio da repescagem da Copa Davis. Por causa dela, Bellucci não conseguiu desempenhar seu melhor tênis e consequentemente não pôde ajudar o Brasil na série contra a Alemanha. Saiba como o canhoto de Tietê passou por cima de todos estes contratempos em seu conturbado ano.

Veja a primeira das três partes da entrevista com Bellucci:

O ano de 2013 foi duro, com uma série de lesões. Como foi ter que superar este adversário a mais?

Este ano foi meio complicado com a questão das lesões, mas acho que acontece na carreira de qualquer jogador, sempre vai ter algumas lesões. Em qualquer esporte de alto rendimento você está jogando no limite, com o corpo cansado e desgastado e às vezes acaba forçando demais. Deixei de jogar muitos torneios por causa de lesões e agora ainda tenho que ficar alguns dias sem treinar (referindo-se ao problema na mão que aconteceu durante o Brasil Masters Cup). Tenho que fazer um trabalho para o ano que vem de prevenção para conseguir não ter mais lesões.

Por causa disso, você tem feito alguma coisa diferente agora na pré-temporada, ou o trabalho é mais ou menos o mesmo de antes?

Eu já estava fazendo (trabalho para evitar lesões) antes, mas agora tenho que fazê-lo de maneira mais intensiva. Neste ano acabei passando do ponto e me esforçando mais do que deveria. Vou trabalhar mais mesmo para prevenir lesões. O tênis é um esporte muito tênue entre você conseguir um rendimento competitivo dentro de quadra e ao mesmo tempo não se machucar e estar bem fisicamente para disputar os torneios.

[foto 2013/bellucci/0914_davis_sentado_comzwetsch_int.jpg{Arquivo}|Bellucci enfrentou lesão no ombro no meio da Copa Davis|]

Você acredita em algum tipo força oculta? Já pensou em ir a algum lugar para tirar esse azar com as lesões?

Não acredito não, acho que isso é uma coisa que acontece e faz parte da carreira de qualquer atleta. É difícil você ficar a vida interia sem uma lesão séria que te deixe de fora por algum tempo. É uma coisa que sempre tentamos evitar, mas estamos vulneráveis a isso. Nosso esporte é muito desgastante, com torneios o ano inteiro.

Este ano aquele no qual passou mais tempo afastado por conta de lesões?

Quando eu era pequeno eu fiquei mais tempo por causa de umas cirurgias, mas depois que eu comecei no profissional esta foi a temporada que mais fiquei parado.

Como que fica o psicológico nestes momentos de não poder jogar?

Não é fácil. Ninguém gosta de ficar parado, é uma sensação de impotência, de você não conseguir fazer o que mais gosta, a sua profissão. Para mim, foi complicado, principalmente na primeira lesão, quando achei que não ia ficar tanto tempo parado e as semanas foram passando, os meses passando e eu vi ia demorar muito para me recuperar. Acabei perdendo dois Grand Slam, alguns Masters 1000 e meu ranking foi despencando. Foi o período mais complicado. E quando voltei ainda tive uma nova lesão, no ombro. Você fica impotente de conseguir reverter a situação e não tem muito o que fazer, é uma coisa que leva tempo.

Qual das duas foi a mais difícil de enfrentar?

A primeira foi a mais complicada, foi em um momento da temporada que eu sempre jogo bem, tinha mais pontos a defender e podia conseguir melhores resultados. Na segunda eu já tinha perdido todo o ranking que eu podia, mas o momento foi difícil porque estava na Copa Davis.

Situações adversas, como essa, amadurecem ainda mais o jogador?

Até certo ponto sim, mas nem tanto. Chega um ponto que você já sabe o que precisa fazer para prevenir lesão, para estar bem fisicamente. Às vezes as lesões vêm em horas complicadas. Para mim, aconteceu no momento mais difícil que poderia aparecer, já que vinha um pouco sem confiança e perdendo muitos jogos. No momento em que eu consegui um pouco mais de confiança e estava encontrando meu melhor tênis foi quando veio a lesão e então tive que subir degrau por degrau para restabelecer a confiança. Mas isso faz parte do amadurecimento.

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