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Notícias | Dia a dia
Clezar espera figurar dentro do top 50 em dois anos
17/12/2013 às 07h00
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Clezar crê que pode chegar no top 100 já no próximo ano

Foto: Cristiano Andujar/CBT
Felipe Priante
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Guilherme Clezar demonstrou durante toda a temporada de 2013 que uma das promessas do tênis nacional está virando realidade. Embora não seja conhecido pelo grande público e ainda não tenha feito algo de bastante destaque, o gaúcho de 20 anos tem dado passos firmes no circuito e aparece muito bem entre os da sua idade: é o décimo mais bem colocado no ranking entre aqueles que têm 21 anos ou menos, tendo apenas dois mais novos que ele a sua frente.

Atual 158 do mundo, o gaúcho de Porto Alegre confia em sua capacidade e quer dar passos maiores nas próximas temporadas. "Todo mundo tem metas na carreira. Nos próximos dois anos, quando devo estar no meu melhor momento, lá pelos 23 anos, eu quero estar entre os 50 melhores. Acho que é uma realidade possível para mim", afirmou o confiante Clezar, que sabe ser necessário dar um passo de cada vez.

"Não sou um tenista pronto e ainda tenho bastante a evoluir", destacou o gaúcho. Ele acredita que o sucesso vem de uma mescla de treinamento e de desempenho, uma vez que os resultados também são importantes para a confiança. E para continuar evoluindo, Clezar sabe que não pode ter tanta pressa. "A evolução vai de cara um, tem quem vai mais rápido e outros que levam mais tempo", observou.

Se em dois anos ele pretende figurar dentro do top 50, já na próxima temporada Clezar espera ultrapassar a barreira dos 100. "Entrar no top 100 é uma das minhas metas para o próximo ano. Quero ao menos estar jogando bem perto deste nível", disse o gaúcho, que tem se mostrado sereno com a fase de transição do juvenil para o profissional. "É um momento em que você para de jogar apenas com o pessoal da sua faixa etária e começa a enfrentar gente já rodada e com boa experiência".

Focado com a cabeça nos objetivos, Clezar acredita que estará preparado para aproveitar as chances quando estas aparecerem e por isso também não se pressiona demais para alcançar o top 100. "Não me ponho tanta pressão de resultados porque sou bem novo ainda", comentou o porto-alegrense. Atualmente ele é o quarto melhor do país no ranking, atrás apenas dos paulistas Thomaz Bellucci, Rogério Silva e João "Feijão" Souza.

A diferença entre os quatro não é tanta, Bellucci e Clezar estão separados por apenas por 33 posições, mas o gaúcho acredita que o compatriota vá voltar a subir rapidamente e quem sabe não pode pegar carona nesta ascensão. "Bellucci deve voltar aos 50 melhores, que é o nível de tênis que ele tem e espero poder acompanhá-lo, até porque vamos fazer um calendário bem parecido neste começo de ano".

Um dos trunfos para o tenista de 20 anos é uma pré-temporada mais longa, com o foco para os torneios sul-americanos no saibro. Clezar vai começar 2014 no Aberto de São Paulo, para duas semanas, joga o challenger de Bucaramanga, pausa mais uma semana e depois vai tentar a sorte nos qualis de Viña del Mar, Buenos Aires, Rio Open e Brasil Open.

Sobre a temporada que se encerrou, o gaúcho viu mais prós do que contras. "Foram mais coisas positivas do que negativas. Consegui atingir minha meta que era estar ali entre os 250 melhores. Também joguei todos os Grand Slam (no quali), que era outra meta pessoal", ponderou Clezar, que ainda revelou ter ficado descontente com seu desempenho nos Slam, perdendo nos quatro já na primeira rodada do quali.

Treinado por João Zwetsch, capitão brasileiro na Copa Davis, Clezar não escapa de comentar sobre o torneio, em que já fez parte da equipe, mas ainda não chegou a ser um dos quatro convocados para a série. Ele não se esquivou quando o assunto apareceu e mais uma vez mostrou confiança. "Acredito sim que possa ter uma chance, até por ser um pouco mais novo. Tenho que ver como eu me saio. Se precisarem de mim podem estar certos que estarei preparado para dar o meu melhor".

Clezar acredita que tenha capacidade para fazer um bom papel se convocado e aponta que o fato de jogar o Zonal Americano pode ajudar nesta estreia. Porém, o gaúcho sabe da responsabilidade que é jogar pelo Brasil no torneio. "Na Copa Davis a pressão é sempre grande por você estar defendendo uma nação".

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