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Notícias | Entrevista | Frases
'Enquanto puder, continuarei jogando', diz Federer
10/11/2013 às 15h42
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O final de temporada sempre leva algo para o próximo ano, ainda mais porque você pode ser sua trajetória como um todo. Mas digo novamente: é uma questão de trabalhar duro, relaxar um pouco, curar todas as inflamações que sofreu e tentar começar a temporada seguinte no melhor possível, incluindo a parte mental. Você sempre pensa um pouco no que passou, mas assim que começa a pré-temporada você já é outro. É o momento de pensar no que quer trabalhar, onde quer que seu jogo chegue.

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Roger Federer,
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sobre o que espera de 2014.
Entendi que ainda posso jogar três semanas seguidas de forma tranquila. Joguei vários jogos, vários três sets. Vi que meu corpo e minha cabeça aguentam. O (Andre) Agassi não conseguia isso no final de sua carreira. Consegui ganhar aqui de dois top 10, o que não fazia há meses. E melhor ainda, estou jogando sem dores. Isso vai me dar confiança.
Avaliando seu físico.
Um bom 2014 para mim seria ganhar uns cinco títulos, sentir essa sensação é motivante. Quanto a ranking, se não for o número 1, então não me importa muito. Para mim, é a mesma coisa estar no top 4 ou no top 8. Só é importante por causa da condição de cabeça de chave. Para ser honesto, para os tenistas de ponta, não faz diferença perder na estreia ou nas quartas em termos de pontos no ranking. A diferença é pequena, por isso quando você não está tão bem o seu ranking cai. O que a gente quer é a semi, a final. Mas acho que posso vir um bom ano. Tive um final bom de temporada na Basileia, Paris e Londres. Eu não sabia o que esperar após o US Open. Quero ficar positivo, quero ganhar dos melhores.
Ao responder sobre a importância do ranking.
Não consegui jogar como eu queria, mais solto. Em alguns momentos, talvez. Fui demais para a bola quando tive os break-points no começo do primeiro set. Não me arrependo. Não fui consistente o bastante na partida e por isso ele mereceu ganhar. Claro que confirmar aquele break-point poderia ter mudado tudo. Este é um jogo em que você constrói ou perda chances, e hoje foi ainda mais isso. É incrível como Rafa consegue se sair bem jogando tão atrás da linha numa quadra fechada, mas esse é o tênis de hoje. Créditos para ele.
Avaliando a derrota diante de Rafael Nadal na semifinal de Londres
O fato de Nadal ser canhoto e tão consistente muda muito o padrão do jogo. Se você comparar com a partida diante de (Juan Martin) Del Potro, é tudo completamente diferente, eu tenho de jogar de outra maneira. Para mim, é uma mudança e tanto. Não é uma desculpa, mas é o que acontece. Já ele pode jogar quase exatamente do mesmo jeito que fez contra (Tomas) Berdych ou Stan (Wawrinka), tem muito mais opções. Cabe a mim ter que adaptar ao spin de canhoto. É diferente do que jogar contra Djokovic, por exemplo.
Sobre a dificuldade que é jogar contra Nadal.
Nadal começou a jogar bem, naturalmente bem na quadra dura. Ele tinha que se ajustar a isso. Rafa começou cedo no circuito e aprende muito rápido. De forma geral, ele melhorou muito. Para mim, 2014 é algo como se manter, principalmente na parte física, sem contusões.
Respondendo sobre o progresso de Nadal em 2013.
Vou fazer um calendário completo na próxima temporada, mas ainda não decidi. Certamente, os Slam e os Masters têm prioridade, quem sabe voltar ao Finals seja uma meta. Existe um buraco grande entre a Austrália e Paris, então vou ver o que farei. Enquanto eu puder escolher, enquanto eu for competitivo, continuarei jogando tênis.
Sobre o possível calendário para 2014.
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Faberg
Roland Garros Series