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Notícias | Dia a dia
'Quero jogar até os 35 anos ou mais', diz Federer
07/05/2013 às 16h07
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Federer deve perder o posto de número 2 após Madri

Foto: Divulgação
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Madri (Espanha) - Embora seja um dos apenas dois top 10 com mais de 30 anos, o suíço Roger Federer tem visto o sucesso de outros contemporâneos. Sua estreia no Masters 1000 de Madri foi inclusive contra um adversário mais velho do que ele, o tcheco Radek Stepanek, que não deu trabalho ao número 2 do mundo e acabou superado em sets diretos. Além dos dois veteranos, o alemão Tommy Haas marcou presença e assistiu ao embate das arquibancadas.

"É legar ter essa geração de jogadores próximos a você. Se eu fosse o único cara com mais de 30, seria um pouco estranho, para ser honesto", comentou o atual campeão no saibro madrilenho. "Definitivamente é inspirador ver outros atletas com mais de 30 anos ainda jogando no circuito e indo bem", acrescentou Federer, que espera pelo vencedor do duelo entre o japonês Kei Nishikori e o sérvio Viktor Troicki.

O suíço ainda revelou que pretende continuar na ativa por mais alguns bons anos. "Eu despontei muito cedo, mas por muitos anos sempre pensei a longo prazo. Acredito que isso tenha me ajudado a jogar por tanto tempo", declarou o suíço. Sua previsão de seguir no circuito praticamente garante a presença de Federer nos Jogos do Rio, onde disputaria sua quinta Olimpíada da carreira.

"Sempre foi uma das minhas metas jogar até os 35 anos ou mais. Por esta razão, acho que ainda tenho alguns anos pela frente", pontuou o atual número 2 do mundo. Só que seus dias na vice-liderança no ranking parecem estar com os dias contados, uma vez que ele precisa não só faturar o título novamente em Madri, mas torcer contra o britânico Any Murray, que não pode mais vencer no torneio.

Mesmo assim, Federer tem na cabeça que pode brigar pela ponta do ranking com o sérvio Novak Djokovic, embora esta não seja sua prioridade. "Para isso, eu preciso começar a ganhar partidas e torneios. Estou focado neste exato momento em ter certeza que este meu retorno ao circuito será forte começando já por Madri", avaliou o suíço. "No US Open poderemos avaliar o quão bem sucedido eu fui".

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