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Lapentti lembra momentos marcantes da carreira
19/10/2012 às 13h00
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Florianópolis (SC) - No final tarde de hoje, no Jurerê Sports Center, o equatoriano Nicolas Lapentti conversou com alguns dos juvenis que disputam a Copa Guga Kuerten. O ex-número 6 do mundo, que enfrenta o tricampeão de Roland Garros no sábado, na Arena São José, na principal atração da Semana Guga, relembrou momentos marcantes da carreira e deu conselhos aos futuros profissionais.

Perguntado sobre o que tem mais saudade da época do circuito, Lapentti respondeu: "Tenho saudade, em primeiro lugar, dos amigos e da adrenalina dos jogos, dos torneios. Agora, a rotina de viagens, aeroportos e hotéis, era muito cansativa", disse o ex-jogador. O amigo de Guga fez questão de destacar a importância dos estudos. "Eu estudava de manhã, treinava à tarde e chegava cansado à noite para repassar as tarefas. Minha mãe costumava dizer que eu dormia sobre os livros, de tão cansado. Mas é muito importante conciliar os treinos com os estudos", aconselhou.

Lapentti relembrou o maior resultado de sua carreira em Grand Slam: a semifinal no Aberto da Austrália em 1999. "Fui para a Austrália e perdi na primeira rodada em Sydney. Aí fiquei jogando duplas com o Guga e ganhamos o torneio em Adelaide (derrotando na final os americanos Jim Courier e Patrick Galbrath). Havia feito uma pré-temporada muito boa. No Aberto da Austrália, das minhas cinco vitórias, quatro foram no quinto set. E faltou um pouco de experiência nas semifinais, na derrota para o sueco Tomas Enqvist. Mas, a partir dali, passei a ser mais respeitado e conhecido no circuito. Foi marcante na minha carreira", recordou Lapentti.

Jogar ao lado do ídolo e compatriota Andrez Gomes, aos 16 anos, na Copa Davis, foi outro momento ímpar. "Eu sempre procurava aprender com o que ele fazia. E foi uma experiência especial jogar ao lado do meu ídolo."

Guga chegou no encerramento do bate-papo e não poupou elogios ao grande amigo. "Lapentti, queria agradecer a sua presença e disponibilidade. Vocês estão diante de um cara fantástico, espetacular. O Lapentti continua sendo um exemplo desde a primeira vez que nos enfrentamos, aos 13 anos. Ele é um cara que sempre me fez ser uma pessoa melhor, pensar em estar próximo à minha família, contribuir para meu país. É uma pessoa verdadeira o tempo inteiro. A gente criou uma amizade bem diferenciada no circuito, mesmo tendo uma rivalidade. Houve um ano em que só ele me ganhava, no outro só eu vencia. O resultado disso foi o sucesso de nós dois."

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