Nicolas Oliveira elimina o cabeça 1 no DF e tenta segundo título profissional

Nicolas Oliveira (Foto: Guilherme Frederick)

Brasília (DF) – O carioca Nicolas Oliveira será o representante brasileiro na final do Aberto de Brasília, torneio ITF M15, disputado nas quadras duras da Arena Mané Garrincha. Ele venceu a semifinal deste sábado contra o argentino Gonzalo Villanueva, principal cabeça de chave e 400º do mundo, por 2/6, 6/1 e 6/4.

Aos 20 anos, Oliveira ocupa a posição de número 1.035 no ranking da ATP e tenta o segundo título profissional, depois de ter vencido um torneio em Ribeirão Preto no fim do ano passado.

“Foi um jogo muito duro. Meu adversário jogou um nível de tênis muito alto no primeiro set. No segundo set, eu saquei melhor, ele deu uma vacilada, já saí na frente com uma quebra e consegui manter o nível até o final. Já o terceiro set foi uma guerra para os dois lados, mas eu consegui me impor nos momentos importantes e sair com a vitória. Muito feliz em disputar minha segunda final”, afirmou Oliveira.

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O adversário na final deste domingo será o mexicano Alex Hernandez, cabeça 2 do torneio e 457º do ranking, que evitou uma decisão brasileira ao vencer o goiano Luis Felipe Miguel, de 22 anos e 951º colocado, por 6/4 e 7/5.

O vencedor do torneio recebe 15 pontos na ATP e a premiação de US$ 2.160. O vice fica com 8 pontos e US$ 1.272. O melhor ranking da carreira de Oliveira é o 1.007º lugar, alcançado em feveriro.

Final de duplas não foi realizada

A final de duplas não foi realizada. Os paulistas Luka Ono, de 21 anos, e Rafael Tosetto, de 27, foram beneficiados pela desistência de Nicolas Oliveira e do mineiro Pedro Rodrigues, que sentiu uma lesão no bíceps durante o aquecimento e não teve condições de entrar em quadra. É o primeiro título da carreira de Ono e o terceiro para Tosetto. Os campeões de duplas dividem a premiação de US$ 930, enquanto os vices dividem o valor de US$ 540.

“Fomos campeões aqui em Brasília, numa situação um pouco desagradável. O Pedro acabou se lesionando. Desejo uma rápida recuperação para ele e sorte para o Nicolas amanhã na final”, afirmou Tosetto. “Foi uma pena não termos conseguido fazer a final”, completou Ono.

Sakamoto e Daniel não disputam final

A parceria brasileira de Daniel Dutra Silva e Pedro Sakamoto ficou com o vice-campeonato de duplas no ITF M25 de Ceska Lipa, em quadras de saibro na República Tcheca. Eles sequer entraram em quadra para a final deste sábado contra os tchecos Dominik Recek e Daniel Siniakov. Em tcheco, o torneio informou apenas que houve uma desistência por lesão, mas sem especificar detalhes.

Mas nas redes sociais, Daniel relatou ter sofrido uma queda em quadra durante a semifinal de simples e lesionado a mão. Ele passará por exames antes de definir os próximos compromissos.

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Refaelov
Refaelov
1 mês atrás

Falei no começo da semana já q, apesar de ser o menos badalado, o Nicolas está mostrando mais bola q os colegas de College da geração 2006, tá ae, mais uma final pra ele, na torcida pelo seu segundo caneco e principalmente, para q se dê uma chance e tente jogar o circuito a vera em algum momento..

Maurício
Maurício
1 mês atrás

Enquanto Pedro Rodrigues e Gustavo Ribeiro eram nossos dois melhores que foram para o college da safra 2006
Quem vem se destacando é quarto melhor Nicolas Oliveira que estava atrás do Enzo Kholman

College é bom só pra estudos, jogadores Brasileiros que só jogam no saibro no juvenil, tem alergia a quadra rápida, querem ir para o college, não faz sentido
Nicolas Oliveira era o mais acostumado a quadra rápida, tá aí o resultado

Juvenil de potencial que só joga no saibro, vai para o college saí de lá ruim na quadra rápida e ruim no saibro, para jogador Brasileiro e que quer ser profissional, ninguém me coloca na cabeça que o melhor caminho é o college

Natan Rodrigues foi top 8 juvenil, ficou 4 anos no college, voltou faz uns 2 anos, nem top 1000 ATP conseguiu até hj.

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Maurício

N existe nenhum BR que foi para o College e conseguiu sequer se firmar em nivel challenger após os estudos..

Pro tenista BR ir pro College é igual a desistir do tenis a nivel profissional e focar em ter alguma profissão mundana..

Espero q esses meninos de 2006 entendam q foi essa a opção q tomaram e n alimentem nenhuma tola ilusão de carreira após faculdade, senão terão q lidar com uma amarga decepção e arrependimento..

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Maurício

Concordo. Pra mim se um juvenil ficou entre os 50 melhores do mundo, tem que tentar ser tenista profissional. Entre 50 e 100 faz uma transição de uns 2 anos no College, sempre jogando o circuito quando possível. Entre 100 e 200, aí sim, vai pro College, quando acabar tenta o circuito e vê o que dar. Não ficou nem entre os 200 no juvenil, se conseguir College agradece vai ser feliz

Maurício
Maurício
1 mês atrás
Responder para  Guilherme ES Ribeiro

Concordo, olha um grande exemplo, Lipe Miguel, foi 211 juvenil seu melhor ranking, ajudou no desenvolvimento do Guto, e tem potencial pra top 500, pelo menos, esse sim fez uma excelente escolha.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
1 mês atrás

Valeu Nicolas, até que fim um brasileiro pra ganhar desse dinossauro argentino, aliás o Nicolas se não tivesse na universidade dos EUA ainda esse ano já estaria competindo bem em challenger

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
1 mês atrás

Outra ótima semana do Nicolas. Fez semifinal semana passada e agora uma final, sua 2° na carreria. Esses 15 pontos dos dois torneios devem lhe colocar entre os 850 melhores do mundo

Diego
Diego
1 mês atrás

Bela campanha de Nicolas e Guto
Espero que Nicolas consiga esse título

LEONEL
LEONEL
1 mês atrás

3 anos atrás foi quando assisti o primeiro jogo do Nicolas. Lá atrás vi que tinha talento e jogo pra no mínimo challenger e de repente não engrenava. Agora tô vendo ele com bons resultados e que sejam muitos a partir de agora.

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