Barueri (SP) – No encontro entre dois nomes de destaque da nova geração do tênis feminino brasileiro, Nauhany Silva levou a melhor sobre Victória Barros, com parciais de 6/3 e 6/4 e garantiu vaga na semifinal do W35 de Barueri, nas quadras duras do Alphaville Tênis Clube.
Paulista de 16 anos, Naná é a nona colocada no ranking mundial juvenil e ocupa atualmente a 594ª colocação na WTA. Ela já tem um título profissional de simples, conquistado no ano passado em São João da Boa Vista e venceu dois torneios nas duplas.
Já Victória Barros, também de 16 anos, é a número 4 do mundo no circuito juvenil e 967ª colocada entre as profissionais. A potiguar ainda busca um título inédito de simples, tendo disputado a primeira final no ano passado, na Turquia. Nas últimas semanas, Victória jogou dois torneios W15 em Campos do Jordão e venceu um nas duplas.
Este foi o primeiro confronto entre Naná e Victória no circuito profissional, mas o segundo duelo da temporada. Elas também haviam se enfrentado na final do Banana Bowl, na cidade catarinense de Criciúma, e a paulista também levou a melhor no mais tradicional torneio infanto-juvenil do país. Elas também foram convidadas para o SP Open, torneio WTA 250, que começa em duas semanas.
No início da partida, Naná conseguiu se impor, com seu estilo de jogo agressivo e de muita potência nos golpes. A paulista conseguiu três quebras para vencer o primeiro set. Victória reagiu no início da segunda parcial, com sucesso na busca por variações e contando com alguns erros não-forçados de Naná, que perdeu três break-points. A potiguar chegou a liderar por 4/1, mas permitiu o empate no oitavo game e voltou a ter o serviço quebrado no último game da partida.
Nauhany Silva falou depois de superar Victória Barros por 6/3 e 6/4 nesta sexta-feira. pic.twitter.com/aMWgVxV5Vx
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) August 28, 2026
“Acho que fiz um grande jogo e consegui ser agressiva no primeiro set, consegui fazer o meu jogo. No segundo set, eu acabei errando um pouco mais e comecei a pensar em coisas positivas, de ficar no jogo até o final. Acho que essa foi a chave do jogo no segundo set”, disse Naná após a partida.
A próxima adversária de Naná será a canadense Cadence Brace, que evitou uma semifinal brasileira ao derrotar a paulista Ana Candiotto, de 22 anos e 466ª do ranking, por 6/3 e 6/4. Brace é a terceira cabeça de chave do torneio e 255ª do mundo.
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Já a também paulista Carol Meligeni, de 30 anos e 313ª do ranking, foi superada pela chinesa Lan Mi, 465ª colocada, por 6/1 e 6/4. Mi jogará na semi contra a mexicana Ana Sofia Sanchez.
Nas duplas, Candiotto está na semifinal ao lado da venezuelana Sofia Dominguez. Elas enfrentam a norte-americana Virginia Crocker e a indiana Krisha Mahendran.












Naná é melhor que a vitória msm, mas dá pra Vick ainda se equiparar a naná no profissional, com certeza Vick ainda irá ganha-la, Vick tá mais pra muchova e nana tá mais pra sabalenka, essas duas ainda vão nos dar alegria no futuro próximo
Ambas são boas jogadoras. Mas é evidente que o tênis da Naná casa muito melhor com o profissional. Esse jogo de passar bola aguardando o erro da adversária funciona no juvenil mas, caso não mude sua postura, Victoria não irá longe no circuito.
Naná é quem propõe o jogo : encheu a adversária de bolas com seus golpes potentes no 1o set e, no 2o, esteve atrás pelo excesso de erros não forcados. Fez quase todos seus pontos e os de Victoria.
Mas foi fiel ao seu estilo e colheu os frutos.
Esse é o tênis moderno.
Eu achei meio forçado o termo “Victoria não irá longe no circuito”…
Me parece que apesar da mesma idade, elas tem planejamentos diferentes na carreira…
Nitidamente a equipe da Victoria está buscando ela se consolidar no juvenil… Provavelmente tentando buscar a ponta do ranking e fazer uma transição bem mais lenta e aos poucos… Inclusive a questão de potência vai sendo aplicado de forma gradual no seu jogo…
Enquanto a Naná aparentemente ja esta em uma fase de iniciar uma busca mais aguda da transição pro profissional… A Nana provavelmente deixe o juvenil antes de completar 18 anos. Até pela quantia de jogos profissionais que ela ja participou. Pois seu jogo de potencia elevada pede essa mudança.
Mas realmente não arriscaria cravar qual vai dar certo ou ir mais longe na carreira profissional.
São planejamentos diferentes e elas estão em fases técnicas distintas. Mas ambas tem talento para irem longe.
As duas tem excelentes profissionais dando suporte e tenho esperança que ambas, por caminhos diferentes, tragam muitas alegrias ao Brasil na carreira profissional.
Concordo com você, existem vários fatores ainda nesta fase, técnica e física principalmente, vide JF. Cada uma com seu estilo.
Não são planejamentos distintos. São características e posturas completamente diferentes.
Sakkari que não te ouça
Estilos completamente distintos. Nada a ver
Não há como discordar de você! Assino embaixo.
Dalcim, a naná tá subindo pra quanto no ranking por enquanto?
Acredito que na casa dos 560.
[…] Ana Sofia Sanchez na primeira semifinal de simples. Na sequência, a jovem paulista de 16 anos Nauhany Silva enfrenta a canadense Cadence […]
Naná tem que copar. Tem plenas condições com o tênis que tem. É jogar bem.
Naná é muito simpática e humilde. Difícil não torcer por ela. VqV Naná!!!
Parabéns as duas, mas a Nana esta jogando demais, esse piso favorece o jogo dela, top demais, vamos Brasil
A Vicky tem um jogo muito gostoso de assistir e um futuro brilhante pela frente, mas quando a Naná vem com bombardeio fica difícil. Só vem tijolo e quando ela aprofunda não tem muito o que fazer.
Exatamente. Uma no jeito a outra na pancada. Estilos distintos e, um belíssimo tenis em comum. Orgulho de ver elas evoluindo.
A Nana tem mais potência nos golpes, ela é mais fria pra decidir, acredito nela. Vamos Nana
A vitória da Nana mostra como ela esta em nível acima da Vitória Barros, torço pra duas, mas nesse piso acho o jogo da Nana fecha mais, acho que ela vai copar. Ta jogando fácil
A naná é melhor em tudo em relação a vic Barros bate muito superior esquerda e direita com muita força saca melhor mas potência também erra mas inclusive precisa diminuir essas duplas faltas e por último é triplamente superior em bolas vencedoras por no final do filme a mocinha é naná a vitória não bate uma paralela nem de direita ou esquerda não angula uma bola ninguém vai ganhar jogos se esperar só pelos o erros do adversário não contei mas naná fez muitos Winner de todos os lados e com muita potência
Vamos com calma!
Realmente. Não se compara o potencial das duas. Ambas jogam bem, porém Nana tem muito mais qualidade nos golpes e na proposição do jogo
A Naná tem uma bola mais pesada, já é um estilo de jogo mais moderno. A Victoria tem que achar o estilo dela ainda.
Estilo da Vicky acho um pouco parecido com o da muchova
Parabéns Naná! Talento e técnica admiráveis!
Pigossi ao meu ver ainda tem mais um ano com ranking para quali de slam e tomar r1 ,Carol e Gabi para continuarem competitivas em w35 , as demais, Candioto, Fullana,Konishi, Marjorie são jogadoras para no máximo copar w15, Konishi copar eu acho improvável, estava esquecendo da Bohrer, acredito que ela pode ter uma carreira melhor do que da sua chará Meligeni
Comparando as potências da Laura e da Naná, a diferença é bastante acentuada.
Pelo menos, o apresentado no quali do US Open pela Pigossi e o visto na nossa juvenil neste torneio em Barueri.
Eu vejo de forma um pouco diferente. Marjorie veio do universitário este ano, não dá para avaliar até onde vai. Bohrer e Candiotto estão melhorando devagar, principalmente a 1a. Devem ir até top 200. Fullana melhorou tardiamente, teremos que aguardar. Meligeni também chega no top 200. Konishi no seu limite, assim como Pigossi e Cé uma boa surpresa, escolhe torneios certos.
Já deu pra essas (incluindo a bia), daqui uns 2-3 anos só vai dá nanavicky
Naná, Victoria e as meninas de 14 e 15 anos são nossas esperanças,a Naná tá um degrauzinho acima da Victória
Respeito a tua opinião, mas discordo quanto a Nauhany ser um “degrauzinho a mais” que a Victória. O que percebo, é que já estão criando uma rivalidade entre elas(o que ao meu ver,não é salutar pra ambas), e a Victória acabou tendo um excesso de soberba no 2⁰ set, quando estava “sobrando” em quadra. A Nauhany estava completamente perdida e praticamente entregando o set, quando percebeu que a Victória estava se sentindo superior. Isso no tênis é “fatal”, e a Victória acabou sentindo que quando não se respeita a adversária, a outra cresce. Tanto é que ela parou no 4⁰ game e não ganhou mais nenhum. Nem se tivesse ganhando por 1 set a zero, a Victória deveria menosprezar a adversária. Se mantém a seriedade do jogo anterior onde eliminou a principal favorita, teria virado o jogo até com certa facilidade. Porque como citei antes, a Nauhany estava completamente perdida. Bom, essa é a minha humilde opinião.
Concordo que a Victóri\ tem que ser mais humilde, ela já se acha uma profissional top 100, mas para chegar lá tem que ser humilde, ir degrau por degrau. tentou esfria a Naná demorando demais no banheiro e retardava o quanto podia. Juvenil é uma coisa e profissional é outra. No juvenik ela é 4 e a Naná 9, no prof a Naná já tá nps 500 e ela no 900. Tem que caminhar ainda e não pode se colocar de sapato alto.
Esqueceste que a Vicky teve um jogo de mais de 3h ontem, estando portanto muito desgastada. Ambas são meninas, cujos físicos ainda estão em formação. Isso decerto que pesou na derrota de hoje. Mas o jogo da Naná é de encher os olhos mesmo.
Isso mesmo Jorge. Hoje assisti Nana e Victoria e da gosto de assistir heim. Guto tambem.Bora ser feliz vendo essas meninas subindo no ranking e fazendo bonito em torneios maiores que vem por aí. 75, 100, 250 em SP. BJK. Victoria ganhou da Argentina 241 de bom ranking. Nana também pronta pra ganhar de garotas do top 200 e 100(quem sabe já no 250 em SP). Copar não diria mas começar a surpreender top 150 e top 100 seria boa meta.
Naná, Victoria, Duda gomes, Lara Hass, Clara Coura e Kauany Rodrigues são nossas maiores promessas.
Tem uma Larissa também, acho que tem 14 anos, mas há outras ainda não citadas.
E tem a Natália Tourinho também
Natália Tourinho
Desculpa não citar essas outras juvenis que são craques de bola também.
Não considero um degrauzinho, Jorge. A diferença entre ambas fica cada vez mais evidente.