Abu Dhabi (Emirados Árabes) – A filipina Alexandra Eala, de apenas 20 anos, é uma das maiores promessas do circuito feminino. A jovem conquistou uma legião de fãs de seu país de origem quando, em 2025, após chegar às semifinais do Miami Open, tornou-se um símbolo nacional nas Filipinas, lugar com pouca tradição no tênis. Em entrevista ao The National, comentou sobre as expectativas de 2026 e sobre como Rafael Nadal foi importante em sua formação dentro das quadras.
Neste Australian Open, Eala percebeu como o interesse do público – tanto geral, quanto das Filipinas – havia aumentado. Foi a primeira vez que jogou na chave principal do torneio, apesar de ter sido eliminada na primeira rodada por Alycia Parks.
“Houve muita expectativa no Australian Open em relação à presença de público no meu jogo. Foi algo totalmente inesperado para mim. Nunca tinha visto uma fila tão grande para uma partida minha, mesmo tendo jogado em uma quadra maior, então não sei como comparar. Mas, seja como for, foi uma experiência fantástica e mostra o quanto o tênis está crescendo no meu país. Acho que isso reflete o crescimento do esporte e me deixa muito orgulhosa”, disse.
Na última segunda-feira, no WTA 500 de Abu Dhabi, a filipina estreou com vitória de 6/4 e 6/3 sobre a turca Zeynep Sonmez, partida em que atraiu muitas pessoas à torcida. “Existe uma enorme comunidade filipina aqui em Abu Dhabi, e eles vieram para o jogo. Então, estou muito animada para jogar esse torneio”, disse.
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Atual número 45 do ranking, a atleta passou a ser reconhecida, especialmente, depois do Miami Open, em que eliminou Iga Swiatek e Madison Keys. Apesar de muita fama para pouca idade, Eala se mantém com os pés no chão para alcançar um objetivo por vez.
“A ascensão em Miami foi repentina, mas depois disso, fui dando um passo de cada vez, e nada aconteceu de repente. Então, gradualmente, me adaptei a certas mudanças que vieram com a chegada ao top 100, e acho que é uma história parecida para o início desta temporada, com as pessoas e a exposição que estou recebendo. Tento me lembrar de que trabalho é trabalho e que nada disso seria possível se eu não trabalhasse duro”, disse.
Atleta da Rafa Nadal Academy, em Manacor, na Espanha, a filipina teve uma oportunidade dos sonhos no final de 2025, treinar com o ídolo. Ela destacou como esse dia foi especial e a importância que o espanhol tem em sua formação.
“Foi uma loucura. Era a primeira vez que jogava com ele e eu estava muito nervosa, e definitivamente foi fisicamente exigente. Ele ficou fora das quadras por cerca de um ano e eu estive treinando muito. Mas foi uma experiência fantástica absorver todo aquele conhecimento. Só de dizer que treinei com o Rafa já é incrível, me sinto muito sortuda e abençoada. O Rafa me disse muito sobre a importância de me cercar de boas pessoas, e acho que esse é um ótimo conselho. Ele também me disse outras coisas sobre o meu jogo, mas isso foi o que mais me impressionou”, finalizou.











Gosto do comportamente que ela tem afetuoso e gentil com as suas colegas.
Mas é evidente que ela está sendo a queridinha do marqueting internacional, sua fisionomia exótica ajuda e vende muito bem. (Bom e conveniente para a Nadal Academy).
O tenis dela é do estilo similar ao do nosso JF (pancadaria club… rsrs)
Nunca vi tanta bobagem junta. Que comentário estapafúrdio. Eala está num ótimo momento. Quanto ao Nadal e sua academia, tem mais é que divulgar mesmo. Pois o espanhol Nadal sempre foi, é e sempre será referência mundial não só do tênis mundial mas do esporte mundial também.
Na diferença de opinião algumas pessoas partem automaticamente para o insulto ou para um qualificativo ofensivo.
De Nadal penso o mesmo que vc.
Mas acho exagero a superexposição mediática para promocionar uma jogadora, enquanto outra (justamente a vencedora nas circunstancias acima mencionadas) é timidamente registrada.
Então o mais importante é a conveniência do mercado? (em detrimento do que é justo esportivamente)…?.
E… discordâncias não devem entrar no território do desrespeito.
Agora… é esquicito (e revelador de como a midia direciona destacando ou ofuscando segundo as “conveniências marqueteiras”) o fato da Eala ter sido derrotada na su própria casa, Manila, pela nossa querida sul-americana Camila Osorio… e quasse que nada foi destacado.
E além disso, cabe lembrar, que essa partida a Camila ganhou com toda a torcida filpina contra, imagina!… E que tbm, depois, a Camila terminou ganhando o torneio… mas nem “tchum”, muito pouco, na fronteira do nada.
É o fator mental. A responsabilidade pela vitória. Isto inibe o jogo do tenista.
Enviei um comentáro (que não foi publicado) mostrando a desigualdade de tratamento dando muito destaque a Eala em caso de victória e pouquíssimo na derrota… assim como pouco destaque a Camila Osorio quando ela derrotou a Eala, la na casa dela (torneio de Manila… onde Camila terminou campeã).
Qual o problema?
Eala faz bem ao tênis e claro, pra o seu país!